quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Um dia MAU

Hoje estou como o Ary dos Santos: “Vou fazer da tristeza graça ”. Senão tenho que ir ali cortar os pulsos, mas volto já. Tive um dia terrível, que ainda não acabou. Começou com uma casa de banho cheia de diarreia de gato. Descobri que o Gugu é intolerante à marca da ração que comia e tive que dar o saco [que me custou uma pequena fortuna] e comprar outro. Tendo em conta que estamos no final do mês e que já estou a contar tostões, foi espetacular. A limpeza da dita também. Havia sílica e sujidade quase no teto. Depois saí de casa com umas botas lindas e maravilhosas, que não deixam entrar uma gota de água, mas têm um grave defeito: escorregam nas horas do raio que me parta. Passei o dia inteiro a tentar andar o menos possível para não partir uma perna. Quando achei que o dia mau tinha finalmente passado, e que podia ir para casa na paz do Senhor, fazer conchinha no sofá com o miau, eis que entro no carro e a luz amarela do óleo acende. Tentei ligar para a marca, mas o call center encerra às 17.00h. Que maravilha: eram 17.30h. [Nem vou comentar esta inoperância]. Apesar de ainda faltarem seis mil quilómetros para a mudança de óleo amanhã vai ter que ir à marca fazer a revisão. Isto se houver vaga. Até lá ando a pé. E vamos lá ver como vai ser a “dolorosa”. Entretanto, já entaipei as portas da casa para ver se o azar se mantém lá fora.  Agora estou a ouvir Naifa e a controlar-me para não bater em ninguém. 

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