Como
os meus 5.75 leitores sabem, o #lobo é um guloso nato. Então, quando toca a
doces conventuais, que levam para cima de um milhão de ovos, está o “baile
armado”.
Adoramos
passar tempo a dois, longe do barulho, dos telemóveis e da agitação do
dia-a-dia. Por isso, no final de cada ano, tentamos fazer uma grande viagem,
que nos permita desfrutar e descobrir, juntos, um local diferente e totalmente
desconhecido. Infelizmente, o budget é sempre apertado, pelo que escolhemos criteriosamente o destino.
Além de
muito saboroso, o abacate é um fruto extremamente versátil, que pode ser
utilizado como entrada, sobremesa, ou enquanto acompanhamento. Cá em casa
gostamos muito, mas, por vezes, sobra, e, quando não comemos logo, acaba por se
estragar no frigorífico.
Tal
como todos nós sabemos, meus 5.75 leitores, o ceviche é uma receita peruana feita
à base de peixe cru e de sumo de lima. Em Portugal, há já alguns anos que este
delicioso prato está na moda, e tenho a dizer-vos que sou grande fã. Por isso,
quando o meu papá me ofereceu uma travessa de filetes de cavala de Sesimbra,
não resisti em testar os dotes culinários e surpreender toda a família com
um ceviche.
“Não
marques nada para o feriado, quero fazer-te uma surpresa. Vamos experimentar a mota”. E, foi assim, 5.75 leitores, que o meu Amor me levou ao lindíssimo palácio de Monserrate, em
Sintra, num esplendoroso dia de sol.
Caros
5.75 leitores, apesar de o S. Martinho já ter passado, ainda estamos na época das
castanhas e dos frutos secos. Por isso, não posso deixar de partilhar convosco,
a minha, [imodéstia à parte],
MA-RA-VI-LHO-SA receita de pudim de castanhas.
Isto
da culinária tem os seus quês, meus 5.75 leitores. Por vezes, gestos que consideramos
simples, óbvios e rotineiros, são “bichos de sete cabeças” para quem tem menos
experiência do que nós. É este o caso da
leitora Susana J., que me escreveu, em tom meio desesperado, a colocar a
seguinte questão: