Antiga casa de Má Vida [e de má fama],
frequentada por marinheiros e por senhoras de "reputação duvidosa", a “Pensão do
Amor” é, desde 2012, o bar mais cool,
bonito e bem decorado de Lisboa.
Adoro a zona do Cabo Espichel. A beleza natural, aliada ao riquíssimo
património cultural da envolvente, nomeadamente do Santuário, inspiram-me. Por isso, sempre que posso, adoro dar grandes passeios no
local através do percurso pedestre Maravilhas do Cabo.
Quem
não se lembra de ir à feira de Santiago, em Setúbal, propositadamente para
adquirir a famosa “Bolacha Piedade”? Produzida desde 1855, de forma integralmente artesanal,o segredo da receita está
guardado no segredo dos deuses, mas juro que adorava recria-la.
Em
Portugal, não existe muita tradição na utilização de flores comestíveis na
gastronomia. Muito sinceramente, nem
sequer me recordo de um único restaurante que as inclua no seu menu. No
entanto, no Festival do "Pão, Queijo e Vinho" no stand do "Cabaz Prove", percebi que, a pouco e pouco, a introdução
de flores na culinária, está a ganhar terreno.
Como já é tradição, meus 5.75 leitores, o #lobo marcou
presença no Festival do “Pão, Queijo e Vinho”, que se realizou, no passado
fim-de-semana, na freguesia da Quinta do Anjo, em Palmela.
Sempre que cozinho, sigo mais ou menos as quantidades, mas faço tudo a olho. Tudo, menos os doces. Se as medidas não forem respeitadas, regra geral, a coisa não corre exactamente como planeado.