quinta-feira, 17 de março de 2016

Skeleton Bar,em Liubliana: Beber um Cocktail dentro de uma catacumba já é possível

Gosto de sair à noite. Em Portugal, na Europa, por esse mundo fora. Sempre que marco uma viagem, tento perceber onde é que param as modas lá no sítio, para ir dar um pezinho. Ao fim destes anos todos [faço 18 para o ano], já pouca coisa me surpreende. No entanto, a primeira vez que estive na Eslovénia, nomeadamente em Liubliana, e porque o meu estava, na altura, a fazer Erasmus nessa bonita cidade do Leste europeu, fiquei boquiaberta com o bar mais sui generis onde alguma vez entrei: o Skeleton

quarta-feira, 16 de março de 2016

Caldo Verde à Moda do #lobo

(Foto: Wolf at The Door)

Cá em casa, há todos os dias sopa. Pelo menos ao almoço, tem que ser. Confesso que, desde criança, esta nunca foi a iguaria culinária que mais alegrou. Por vezes, e porque sempre fui um anjo de menina, a minha avó passava horas para me fazer comer a sopa toda. No entanto, o passar dos anos fez com que, progressivamente, começasse a gostar, e, agora, não passo sem uma sopinha quentinha.

Dez coisas que deve saber sobre a Índia antes de marcar a Viagem

(Amber Palace, Jaipur. Foto: Wolf at The Door)

1. Todos os parâmetros de higiene e conforto que conhecem do mundo ocidental, na Índia não se aplicam, pelo que, a probabilidade de encontrarem uma casa de banho suja, ou de a mesma nem sequer existir, é elevada.

Costeletas de Borrego com cuscuz e Alecrim da Arrábida

(Foto: Wolf at The Door)
Sobretudo desde que chegámos de Marrocos, os sabores árabes fazem grande sucesso cá em casa. Por isso, ontem, para o jantar, lembrei-me de preparar algo diferente, aliando um prato marroquino a uma das minhas plantas de cheiro preferidas: o Alecrim da Arrábida.

terça-feira, 15 de março de 2016

Mel de Sesimbra: A riqueza da Serra da Arrábida à nossa mesa

(Foto: Wolf at The Door)

Cá em casa adoramos mel, produto que usamos não só no pão, mas, também, em receitas culinárias, como a deste delicioso lombo de porco que partilhei convosco há uns tempos. Felizmente, vivemos num sítio privilegiado para a produção deste magnífico alimento: A Serra da Arrábida.

Frango à “Maricas” (apenas com caldo de galinha, alho em pó e limão)

(Foto: Wolf at The Door)

Herdei o gosto pela culinária da minha avó, a melhor cozinheira que alguma vez existiu. Cada almoço era uma festa e começava a ser preparado às oito da manhã. Das receitas que ela fazia, uma das minhas preferidas, era este frango “à maricas”, assim batizado por levar o limão no traseiro. Muito simples de fazer, e, apesar de demorar umas horas, é extremamente delicioso e acessível até para quem não tem grandes dotes culinários. 

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