Ao Domingo, em geral, costumo aproveitar para dormir até um pouco mais tarde. É um hábito antigo. Levanto-me sempre por volta das onze da matina, momento que considero ser demasiado tarde para tomar o pequeno-almoço e demasiado cedo para almoçar. Felizmente, uma mente iluminada criou um conceito fantástico que junta estas duas refeições: o Brunch (Breakfast + Lunch). Quando passava os fins de semana em Lisboa, costumava ir ao MacDonalds comer um menu Big Mac.
terça-feira, 24 de março de 2015
Giveaway Bijura - Resultados
Allo 5.75 leitores. As vencedoras do Giveaway Bijura foram:
- Ana Maria Santos, Porto.
- Dina Alves, Setúbal.
- Catia Claro, Moita.
- Maria João Crespo, Sesimbra.
Parabéns, serão contactadas por email.
sábado, 21 de março de 2015
Lisboa - És Só tu e eu
Sou natural de Sesimbra, mas nasci em Lisboa, cidade onde estudei durante anos. Talvez por isso tenha um carinho especial pela Capital do Império, que tento espelhar nas fotos que tiro.
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sexta-feira, 20 de março de 2015
Saúde & Beleza: Castanha do Brasil - O super alimento
Já muito se falou no blog sobre alimentos benéficos para a saúde que ajudam a perder gorduras. Um deles é a castanha do Brasil ou castanha do Pará. Cá em Portugal os preços são um bocadinho proibitivos - cerca de vinte e seis euros o Kilo, por isso ainda não tinha comprado. No entanto, e porque no Amazon é bem mais barato, o meu irmão trouxe um kilo só para mim. Para
além de um poderoso antioxidante, ajuda a reduzir o colesterol, a reduzir a gordura, e previne o envelhecimento e o aparecimento de algumas doenças. Muito sinceramente, acho que vale a pena o investimento.
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Unknown
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11:42:00
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Saúde & Beleza
Adoro que me mimem - Mala e Ténis by Ed Hardy
Allo meus 5.75 leitores. Estão recordados do meu post sobre a linha de roupa e acessórios do Ed Hardy, o famoso tatuador norte americano? Pois o meu irmão, que regressou ontem de Londres para umas mini-férias no nosso Portugal [já vos conto tudo], trouxe-me, não uma, mas duas peças do Hardy: Uma mala amarela [a cor do #lobo] e uns ténis lindos de morrer. Estou apaixonada e feliz porque tenho na minha vida a pessoa mais especial do planeta inteiro. Ah, e, se quiserem, podem ver a colecçao aqui.
quinta-feira, 19 de março de 2015
Dia do Pai - Este ano vou ter o meu.
Já sabem o que vão fazer no Dia do Pai? Para variar, este ano vou ter cá o meu. Durante anos esteve ausente por motivos de trabalho, mas, agora, ninguém nos separa. Vamos passar o dia juntos, almoçar, ver Museus e vai haver uma grande surpresa. Se ainda têm o privilégio de ter o homem mais importante das vossas vidas por perto, não deixem de lhe dizem que o Amam. Os afectos são a coisa mais importante desta vida. Palavra de #lobo.
quarta-feira, 18 de março de 2015
Crónica do Tempo que Resta
O
meu avô tem 93 anos e Alzheimer, em estado muito avançado. Estou certa de que
não me reconhece há uns dois anos. Mais ou menos desde a altura em que a minha
avó morreu. Curiosamente, reconhece sempre o meu irmão, que vem pouco a
Portugal. Levanta os olhos azuis e sussurra: “Pedro”. Estranho. E eu que sempre
achei que era a neta querida. [Just Kidding]. Por mais voltas que dê, não me
consigo habituar a vê-lo assim. Um homem ativo, que trabalhou até aos 80 anos.
Que geriu a vida e a família com punho de ferro. Dono de uma moral, de uma
educação, e de uma correção inquestionáveis. Ainda me lembro dos dias em que me
levava ao Porto de Abrigo e me ensinava o nome dos barcos. Parece que foi
ontem. Não me consigo conformar. A doença fez com que o meu avô passasse a
viver num tempo diferente do nosso. Numa dimensão em que as pessoas não vivem.
Limitam-se a existir. Vou vê-lo, sempre que posso, na companhia da minha mãe. Falamos
muito, mas não tenho a certeza se nos ouve. Está quase sempre “lá”, onde quer
que “lá” fique. Custa-me vê-lo assim, mas sei que agora está melhor, com todos
os cuidados de que necessita. Seja como for, um Lar da Terceira Idade não é um
sítio fácil. Em última análise, acaba por ser, literalmente, o fim da linha.
Aos poucos, vou conhecendo a história dos outros “utentes”. Uma senhora
pergunta incessantemente a que horas “vamos apanhar o autocarro”, porque tem
que ir fazer o jantar, já que “a família está à espera”. Foi enfermeira e
espera, desesperadamente, por uma filha que nunca chega. “Está a trabalhar”,
conforta-a a mina mãe. “Quando puder passa por cá”. Outra grita, sem parar: “anda
cá”, enquanto me tenta agarrar a mão. Assumo que apenas queira algum calor
humano. Foi abandonada pela família, que não a vai visitar há anos. Histórias
já de si tristes, a que o Alzheimer fez questão de acrescentar um ponto negro. Sempre
que lá vou, reflito na minha própria vida. Lembro-me da infância, dos momentos
que passei com os meus avós. Do cheiro a bolo, dos linguados frescos para o
almoço. Do cheiro das redes no armazém do barco. Em bom rigor, quando
envelhecer não vou ter um descendente direto que cuide de mim. Não vou ter a
sorte do meu avô e de outros velhotes
que lá estão, que são amados pelas famílias. Se calhar, devia repensar “o tempo
que resta”, mas, lamentavelmente, não consigo. É pena.
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