sexta-feira, 20 de março de 2015

Saúde & Beleza: Castanha do Brasil - O super alimento

Já muito se falou no blog sobre alimentos benéficos para a saúde que ajudam a perder gorduras. Um deles é a castanha do Brasil ou castanha do Pará. Cá em Portugal os preços são um bocadinho proibitivos - cerca de vinte e seis euros o Kilo, por isso ainda não tinha comprado. No entanto, e porque no Amazon é bem mais barato, o meu irmão trouxe um kilo só para mim. Para além de um poderoso antioxidante, ajuda a reduzir o colesterol, a reduzir a gordura, e previne o envelhecimento e o aparecimento de algumas doenças. Muito sinceramente, acho que vale a pena o investimento. 

Adoro que me mimem - Mala e Ténis by Ed Hardy


Allo meus 5.75 leitores. Estão recordados do meu post sobre a linha de roupa e acessórios do Ed Hardy, o famoso tatuador  norte americano? Pois o meu irmão, que regressou ontem de Londres para umas mini-férias no nosso Portugal [já vos conto tudo], trouxe-me, não uma, mas duas peças do Hardy: Uma mala amarela [a cor do #lobo] e uns ténis lindos de morrer. Estou apaixonada e feliz porque  tenho na minha vida a pessoa mais especial do planeta inteiro. Ah, e, se quiserem, podem ver a colecçao aqui


quinta-feira, 19 de março de 2015

Dia do Pai - Este ano vou ter o meu.


Já sabem o que vão fazer no Dia do Pai? Para variar, este ano vou ter cá o meu. Durante anos esteve ausente por motivos de trabalho, mas, agora, ninguém nos separa. Vamos passar o dia juntos, almoçar, ver Museus e vai haver uma grande surpresa. Se ainda têm o privilégio de ter o homem mais importante das vossas vidas por perto, não deixem de lhe dizem que o Amam. Os afectos são a coisa mais importante desta vida. Palavra de #lobo. 

quarta-feira, 18 de março de 2015

Crónica do Tempo que Resta


O meu avô tem 93 anos e Alzheimer, em estado muito avançado. Estou certa de que não me reconhece há uns dois anos. Mais ou menos desde a altura em que a minha avó morreu. Curiosamente, reconhece sempre o meu irmão, que vem pouco a Portugal. Levanta os olhos azuis e sussurra: “Pedro”. Estranho. E eu que sempre achei que era a neta querida. [Just Kidding]. Por mais voltas que dê, não me consigo habituar a vê-lo assim. Um homem ativo, que trabalhou até aos 80 anos. Que geriu a vida e a família com punho de ferro. Dono de uma moral, de uma educação, e de uma correção inquestionáveis. Ainda me lembro dos dias em que me levava ao Porto de Abrigo e me ensinava o nome dos barcos. Parece que foi ontem. Não me consigo conformar. A doença fez com que o meu avô passasse a viver num tempo diferente do nosso. Numa dimensão em que as pessoas não vivem. Limitam-se a existir. Vou vê-lo, sempre que posso, na companhia da minha mãe. Falamos muito, mas não tenho a certeza se nos ouve. Está quase sempre “lá”, onde quer que “lá” fique. Custa-me vê-lo assim, mas sei que agora está melhor, com todos os cuidados de que necessita. Seja como for, um Lar da Terceira Idade não é um sítio fácil. Em última análise, acaba por ser, literalmente, o fim da linha. Aos poucos, vou conhecendo a história dos outros “utentes”. Uma senhora pergunta incessantemente a que horas “vamos apanhar o autocarro”, porque tem que ir fazer o jantar, já que “a família está à espera”. Foi enfermeira e espera, desesperadamente, por uma filha que nunca chega. “Está a trabalhar”, conforta-a a mina mãe. “Quando puder passa por cá”. Outra grita, sem parar: “anda cá”, enquanto me tenta agarrar a mão. Assumo que apenas queira algum calor humano. Foi abandonada pela família, que não a vai visitar há anos. Histórias já de si tristes, a que o Alzheimer fez questão de acrescentar um ponto negro. Sempre que lá vou, reflito na minha própria vida. Lembro-me da infância, dos momentos que passei com os meus avós. Do cheiro a bolo, dos linguados frescos para o almoço. Do cheiro das redes no armazém do barco. Em bom rigor, quando envelhecer não vou ter um descendente direto que cuide de mim. Não vou ter a sorte do meu avô e de outros velhotes que lá estão, que são amados pelas famílias. Se calhar, devia repensar “o tempo que resta”, mas, lamentavelmente, não consigo. É pena. 

Saúde & Beleza - Dormir com Maquilhagem: um homicídio para a pele



Ao ler este artigo do "Observador", sobre o os malefícios, para a nossa pele, de dormir com maquilhagem, fiquei com medo. Já sabia que era prejudicial, mas ignorava que fosse tão prejudicial. Ao que parece, a sujidade e as poeiras acumuladas ao longo do dia, bem como os “radicais livres” que a maquilhagem atrai, levam à degradação do colagénio e ao envelhecimento precoce da pele,  que pode ir até dez anos. Espectacular. Raramente me "esqueço" de tirar a maquilhagem, mas, a partir de agora, não vou mesmo facilitar. Leiam o artigo completo porque todos os cuidados são poucos. 

Lisboa vai ficar "recheada" de Nutella, "coisa" que nunca experimentei


Diz que no próximo Domingo, dia 23 de Março, Lisboa se vai "rechear" de Nutella com a abertura da Nut´Chiado, espaço dedicado à venda de doces feitos à base do cremes de avelãs mais famoso do mundo. Eu #lobo mau me confesso: nunca experimentei. Mas as propostas de muffins, croissants, crepes, waffles, panquecas e bolas de Berlim recheadas com Nutella, estão-me a tentar. Parece que é desta. 

Jantares cá em Casa

Adoro receber os amigos cá em casa. É uma oportunidade par cozinhar, com calma, pratos mais elaborados, e de passar um serão agradável à volta de bom vinho e de boa comida, sem estarmos preocupados com o horário do restaurante. No Sábado à noite houve jantar das gajas, em que foram ensaiadas uma série de pratos de chefes como o Avillez e o Henrique Sá Pessoa. Também foi criada a “Salada Sampaio” que promete tornar-te num sucesso gastronómico internacional. Ficam as imagens