Meninas tenho uma
ideia genial para comemorarmos o "Dia da Mulher": e se contratássemos um stripper anão para fazer de centro de
mesa e organizássemos uma festa cá em casa? Não pode é ser muito alto para não
destruir o candeeiro. Quem alinha ?
domingo, 8 de março de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
LifeStyle: Terminar o dia com um copo à Beira Rio
Adoro dias frios de Inverno com um sol radioso. Não há nada que me dê mais prazer
do que abancar numa esplanada com o
nariz frio a fazer fotossíntese. Um dos meus sítios preferidos para descongelar
é o Meninos do Rio, em Lisboa, mesmo à beira do Tejo. Adoro a vista
absolutamente deslumbrante para a outra
margem, bem como as morangoskas,
que são deliciosas. Felizmente, a idade trouxe-me esta capacidade: a de
saborear os bons momentos, a beleza dos locais e a boa companhia. Depois de uma
semana cansativa, é a forma perfeita para dar início às hostilidades do
fim-de-semana. É que hoje é sexta-feira e lembrei-me. Fica a dica.
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quinta-feira, 5 de março de 2015
Um país de brandos costumes… para tudo menos para dar na tromba da esposa
Dizem que somos um país de brandos costumes. E efetivamente somos. Depusemos a ditadura mais longa da Europa sem derramar uma gota de sangue. Chegámos à bancarrota, fomos resgatados pelo FMI, fomos roubados pelos nossos políticos, quase falimos novamente por causa de banqueiros corruptos. E continuámos a ser um país de brandos costumes. Isto da porta do lar para fora. Porque da porta de casa para dentro há quem se revele um pequeno guerreiro, um pequeno herói, pronto a pegar em armas e a lutar… contra a própria família. De acordo com a “Grande Reportagem”, "O Amor não Mata", que passou, há pouco, na SIC, já morreram, desde Janeiro, em Portugal, seis mulheres vítimas de violência doméstica. Em 2014, quarenta perderam a vida às mãos dos maridos, dos namorados, dos companheiros. Na verdade foram assassinadas pelas pessoas com quem escolheram partilhar a vida. Aquelas que deveriam ser as primeiras a ama-las, a protege-las. Muitas sofreram anos a fio. Viveram em clima de pânico, temeram pela vida dos filhos. E a nossa sociedade não foi capaz de as salvar. É assustador. Assustador e revoltante. Se refletirmos no assunto, de uma forma ou de outra, todos nós já contactamos com um destes casos ou fomos vítimas de algum tipo de violência. Dá que pensar. Algumas destas mulheres eram licenciadas. A maior parte era financeiramente independente. Mas sofreram em silêncio. Por medo, por vergonha, por não querer admitir que o casamento falhou. Arranjaram mil motivos para se enganar a si próprias, quando, na realidade, só estavam a encobrir o agressor… até ao desfecho final. É triste, muito triste. É impossível não ficar com o coração apertado quando se ouve a história de Idalina, 68 anos, que matou o marido com o machado para não ser morta. Foi espancada durante mais de quarenta anos. Como é que é possível?? Sei que, um dia, a sociedade vai, eventualmente mudar. Até lá, cabe a cada um de nós denunciar a violência doméstica. Para que estes pequenos “heróis” deixem a família em paz e vão guerrear…. atrás das grades junto a marmanjos de 1,90m. Isto sim, é lutar pela igualdade de género.
PS - Para refletirem melhor sobre o assunto, oiçam este tema do Gabriel, escrito a pensar nestes “Filhos da P*TA”.
Trop Rouge - O Lifestyle blog que não podem perder
Christina Caradona, modelo Nova Iorquina que abre as portas do seu lifestyle no blog Trop Rouge. O seu estilo cosmopolita com um toque indie é inspirador e apaixonante. Se gostam de moda, viagens e bom-gosto, não podem perder.
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Leite: O veneno vendido em pacote
Diz-nos a Revista Visão desta semana que a intolerância à lactose atinge 70% da população do Sul da Europa e que o leite pode ser a causa do aumento da incidência de alguns tipos de cancro. Por isso vos pergunto, 5.75 leitores. É um remédio ou um veneno? Desde que comecei a levar o ginásio a sério, a alimentação tornou-se num foco essencial da minha atenção, já que é impossível obter bons resultados sem um plano alimentar adequado. Toda a gente que faz musculação sabe que a ingestão de proteína é essencial para ganhar massa magra e o leite é uma excelente fonte. Quando fui à consulta com o nutricionista, e porque já tinha ouvido N gente, desde o meu irmão à minha melhor amiga, a fazer campanha contra este "veneno", a primeira coisa que perguntei foi: "Doutor, o leite faz assim tanto mal à saúde? Faz. Por favor, não beba". E foi assim que, após mais de trinta anos de uma relação sólida, deixei a bebida que mais marcou a minha infância. De facto, após uma breve pesquisa no google, encontramos milhões de motivos para fazer esta opção: existem proteínas no leite que podem despoletar doenças autoimunes, bem como acne; está associado à incidência de diabetes, à intolerância à lactose e ao aparecimento de alguns tipo de cancro. Já sei o que estão a pensar: Então e o cálcio??? Existem alimentos de origem vegetal, como os brócolos e a couve, que têm uma elevada taxa de absorção de cálcio, até maior que os lácteos, por isso toca a comer verdes. Outra boa opção são os iogurtes magros e o queijo fresco. Assim sendo, meus 5.75, a opção está tomada: leite jamés. Não sei quanto a vós, mas eu quero morrer loira e velha, por isso vou ficar bem longe deste veneno.
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quarta-feira, 4 de março de 2015
Acabou a impessoalidade: Olá, 5.75 leitores. eu sou a Andreia
Olá,
eu sou o #lobo, também conhecido por Andreia. Tenho 32 anos, sou arqueóloga de
formação base, trabalho na área do património cultural, e bloggo nas horas vagas. Adoro viajar, ler,
mergulhar, fotografar, ir ao ginásio, o FC do Porto, sair à noite, e tenho um gosto
especial por tudo o que é belo. Lifestyle
podia ser o meu nome do meio. No closet
tenho sapatos suficientes para calçar uma pequena aldeia, mas, ainda assim, um
par extra nunca é demais. Sem música e café a minha vida não acontece.
Sobre tudo o que abomino no "Dia da Mulher"
Aproxima-se,
a passos largos, um dos mais assustadores e aterradores momentos do ano: 8 de Março,
o “Dia” da Mulher. O qual, segundo a Wikipédia, foi criado, na viragem para o
século XX, com o objetivo de assinalar a luta das mulheres pelo acesso ao voto e
pela igualdade de direitos. Até aqui está tudo muito certo. O problema é que,
um século depois, a coisa descambou e o sentido da “comemoração” culminou num
jantar de gajas histéricas com música ao vivo e um moço despido [vulgo
stripper] a animar as
hostes. Não fiquem com esse ar
escandalizado. Esta é a realidade dura e crua, tal e qual como ela é. Para a
maior parte das senhoras que participam no dito evento, o mesmo tornou-se no happening do ano. Aquele pelo qual
suspiram, ardentemente, por entre tachos e panelas os restantes doze meses. Até
lá, muitas vezes, anulam-se, esquecem-se de si, armam-se em falsas moralistas,
mas no 8 de Março têm que vestir o seu traje mais aprumado, sair do armário, e
dar asas ao histerismo e à rebaldaria. E porquê? Porque é o “8 de Março”. E no
“8 de Março” pode. No resto do ano têm que se comportar como donas de casa
recatadas. Espetacular, não é? Por outro
lado, uma das coisas que também odeio nesta “comemoração” é a condição redutora
que nos dá, a nós mulheres. Existe o “Dia do Animal”, o” Dia Mundial do Leproso”
e…. o “Dia Internacional da Mulher”. Tenham dó. E o “Dia do Homem”, não existe
porquê? E o “Dia do Género não definido”?
E o “Dia do Traveca”? A sério. Mas o
mais grave é vê-las alinharem e alimentarem, felizes e contentes, este carnaval
de mau gosto. Isso é que me deixa tristemente aborrecida com as minhas
congéneres de género. E não pensem mal do #lobo. Sou realmente pela igualdade
de direitos. Mas enquanto “Eles” não tiverem um dia internacional e não se
juntarem com os amigos no restaurante, com uma moça despida em cima da mesa,
para se embebedar e fazer figuras tristes, também não alinho na macacada. Ahhh,
calma. Eles não precisam de um dia. Eles fazem este “número” à mesma. Mas, seja
como for, enquanto não for oficial, não alinho. Até lá, o “Dia da Mulher” vai
continuar a ser contra tudo aquilo em que acredito, e façam-me um grande favor:
Se são realmente adeptas da igualdade de direitos, dêem-se ao respeito e preservem-se desta fantochada. Por
cada uma de nós.
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