Olá,
eu sou o #lobo, também conhecido por Andreia. Tenho 32 anos, sou arqueóloga de
formação base, trabalho na área do património cultural, e bloggo nas horas vagas. Adoro viajar, ler,
mergulhar, fotografar, ir ao ginásio, o FC do Porto, sair à noite, e tenho um gosto
especial por tudo o que é belo. Lifestyle
podia ser o meu nome do meio. No closet
tenho sapatos suficientes para calçar uma pequena aldeia, mas, ainda assim, um
par extra nunca é demais. Sem música e café a minha vida não acontece.
quarta-feira, 4 de março de 2015
Sobre tudo o que abomino no "Dia da Mulher"
Aproxima-se,
a passos largos, um dos mais assustadores e aterradores momentos do ano: 8 de Março,
o “Dia” da Mulher. O qual, segundo a Wikipédia, foi criado, na viragem para o
século XX, com o objetivo de assinalar a luta das mulheres pelo acesso ao voto e
pela igualdade de direitos. Até aqui está tudo muito certo. O problema é que,
um século depois, a coisa descambou e o sentido da “comemoração” culminou num
jantar de gajas histéricas com música ao vivo e um moço despido [vulgo
stripper] a animar as
hostes. Não fiquem com esse ar
escandalizado. Esta é a realidade dura e crua, tal e qual como ela é. Para a
maior parte das senhoras que participam no dito evento, o mesmo tornou-se no happening do ano. Aquele pelo qual
suspiram, ardentemente, por entre tachos e panelas os restantes doze meses. Até
lá, muitas vezes, anulam-se, esquecem-se de si, armam-se em falsas moralistas,
mas no 8 de Março têm que vestir o seu traje mais aprumado, sair do armário, e
dar asas ao histerismo e à rebaldaria. E porquê? Porque é o “8 de Março”. E no
“8 de Março” pode. No resto do ano têm que se comportar como donas de casa
recatadas. Espetacular, não é? Por outro
lado, uma das coisas que também odeio nesta “comemoração” é a condição redutora
que nos dá, a nós mulheres. Existe o “Dia do Animal”, o” Dia Mundial do Leproso”
e…. o “Dia Internacional da Mulher”. Tenham dó. E o “Dia do Homem”, não existe
porquê? E o “Dia do Género não definido”?
E o “Dia do Traveca”? A sério. Mas o
mais grave é vê-las alinharem e alimentarem, felizes e contentes, este carnaval
de mau gosto. Isso é que me deixa tristemente aborrecida com as minhas
congéneres de género. E não pensem mal do #lobo. Sou realmente pela igualdade
de direitos. Mas enquanto “Eles” não tiverem um dia internacional e não se
juntarem com os amigos no restaurante, com uma moça despida em cima da mesa,
para se embebedar e fazer figuras tristes, também não alinho na macacada. Ahhh,
calma. Eles não precisam de um dia. Eles fazem este “número” à mesma. Mas, seja
como for, enquanto não for oficial, não alinho. Até lá, o “Dia da Mulher” vai
continuar a ser contra tudo aquilo em que acredito, e façam-me um grande favor:
Se são realmente adeptas da igualdade de direitos, dêem-se ao respeito e preservem-se desta fantochada. Por
cada uma de nós.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
BTL: Feira Internacional de Turismo de Lisboa - 2015. Uma Oportunidade de Viajar a preços reduzidos.
Até dia 1 de Março, a cidade de Lisboa recebe a 27ª edição da Feira Internacional de turismo de Lisboa. Com o lema “Turismo, a Indústria do sorriso”, irá dar destaque ao destino "Alentejo", incluindo stands com oferta turística do mundo inteiro. Este ano, A "América Latina" será o grande destaque internacional. O programa inclui provas gastronómicas, apresentação de produtos turísticos, e outras actividades super interessantes, mas o maior atractivo da feira é a oportunidade de marcar férias com descontos significativos num dos inúmeros operados que vão estar representados. Lembrem-se que viajar é a única coisa que compramos que nos torna realmente mais ricos. Mais informações aqui
Publicada por
Unknown
à(s)
08:30:00
Sem comentários
:
Enviar a mensagem por email
Dê a sua opinião!
Partilhar no Twitter
Partilhar no Facebook
Partilhar no Pinterest
Etiquetas:
Viagens
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Lady in Pink – O jogging em “Fashion”
Sou
uma acérrima defensora dos direitos humanos e da liberdade de expressão. No
entanto, acho mesmo que as pessoas deveriam ser “obrigadas” por lei a ter um
espelho em casa. E não é pelos outros. É pelo seu próprio bem. Ora atentem
nesta história e vão ver que me dão razão. Costumo ir passear com o meu Caeser
a um local no porto de Sesimbra que se chama “pontão grande”. Além de ter uma
vista absolutamente deslumbrante para a baía, é o local onde a malta vai fazer jogging. Normalmente, nunca reparo em
quem passa pois vou a ouvir música e entretido com os meus devaneios. Mas há
uns tempos não pude deixar de bater o olho numa figurinha vestida em pink integral, com roupa super justa
que, alegremente, abanava a sua banha pontão fora. Para terem uma ideia do que
estou a falar, imaginem este cenário: Cerca de 20 anos, cabelo mega comprido
loiro, top justo e curto, calças de algodão apertadas e transparentes, que
tinham uma particularidade espetacular: deixavam ver a cuequinha da avó. Ahhh.
Mas não nos ficamos por aqui. Para além da roupa interior, que não se usa desde
o tempo em que D. Afonso Henriques bateu na mãe, o espetador também foi
brindado com uma visão do além: A celulite. Dividida em duas partes iguais
bamboleava-se alegremente num traseiro gigante que gritava desesperadamente por
socorro. Escusado será dizer que, em trinta milésimos de segundo, todas as
atenções foram desviadas para a atividade desportiva de “Lady Pink”, e a sua
espalhafatosa retaguarda, qual Barbie dos tempos modernos, vinda de uma
experiência falhada de tentativa de contrafação na China. Por momentos até tive
pena da moça porque estava TODA a gente a gozar. Mas depois caiu-me a ficha e
pensei: Se ela vem assim para a rua, das duas uma: ou gosta mesmo de ser notada
e põe-se propositadamente, a jeito, ou precisa de um espelho em casa. Ou disso
ou de tratamento psiquiátrico. Quando estava na dúvida se havia de juntar os
espetadores para fazermos uma “vaquinha” e comprar um espelho, ganhou fogo nos
pés e desapareceu. Fiquei com pena. É que lhe fazia mesmo falta. Já viram, e
ainda há quem me chame má pessoa. Cambada de ingratos.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Novidades Fresquinhas: O Selfie Stick já chegou a Portugal
Aparentemente, a moda das selfies veio para ficar e quem
nunca tirou uma que atire a primeira pedra. Sozinho, em grupo, com a família,
com os amigos, com desconhecidos, neste momento assiste-se a uma espécie de “vale
tudo” para sacar uma boa foto para as redes sociais. No entanto, a tarefa
nem sempre é fácil já que a taxa de sucesso depende, em muito, da distância a
que se está do telemóvel. Para resolver este problema, uma mente iluminada inventou um objeto espetacular chamado "Selfie Stick". Também conhecido por "Selfie Monopod", permite aumentar o espaço em relação ao dispositivo o que melhora a qualidade das fotos, além de possibilitar a captação de um maior número de pessoas. Em Portugal é possível adquiro-lo através da Selfie Stick Portugal, startup criada por Inês Amaral, uma estudante de gestão que foi a Hong Kong importar este espetacular gadget. Os preços variam entre os 15 e os 25 euros, localizando-se os pontos de venda no Centro Comercial Colombo e, em breve, no Norte Shopping. Ainda não tenho, mas já experimentei e fiquei maravilhada. Quando comprar, até vai fazer fumo nas minhas mãos. Palavra de #lobo.
Sesimbra by night - Photo Experience
Adoro fotografar "cenas" e andei a fazer umas experiências com movimento pelas ruas de Sesimbra. Eis o resultado:
Subscrever:
Mensagens
(
Atom
)









