segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Óscares 2015 - Previsões quase na "mouche"


Antes da entrega dos prémios, e com base nos filmes que vi, fiz a seguinte previsão:

Melhor Filme - Birdman; 

Melhor Realizador - Richard Linklater («Boyhood»); 

Melhor Actor Principal - Eddie Redmayne, «A Teoria de Tudo;

Melhor Actor Secundário - J.K.Simmons, «Whiplash - Nos Limites»;

Melhor Atriz Principal - Julianne Moore, «Still Alice»; 

Melhor Actriz Secundária - Emma Stone, «Birdman»; 

Melhor Guarda-Roupa - «O Grande Hotel Budapeste», Robert Yeoman; 

Melhor Fotografia . «O Grande Hotel Budapeste», Robert Yeoman; 

Melhor Montagem - «O Grande Hotel Budapeste», Barney Pilling.

Eis a decisão da Academia:

Melhor Filme
Birdman
Melhor Realizador
Birdman, de Alejandro G. Iñárritu
Melhor Ator
Eddie Redmayne, em The Theory of Everything
Melhor Atriz
Julianne Moore, em Still Alice
Melhor Ator Secundário
J.K. Simmons, em Whiplash
Melhor Atriz Secundária
Patricia Arquette, em Boyhood
Melhor Design de Produção
The Grand Budapest Hotel
Melhor Fotografia
Birdman
Melhor Guarda-Roupa
The Grand Budapest Hotel
Melhor Montagem
Whiplash
Digam lá 5.75 leitores: Até nem foi assim muito ao lado. 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Depois do Carnaval…

 vem a gripe. Clássico. E, este ano, decidi cumprir os clichés todos.

Pois é meus 5.75 leitores. Após umas mini férias dedicadas à folia, o vosso amigo #lobo está de volta às lides bloguísticas, ainda que com febre e dores no corpo. Quem me acompanha no Instagram já deve estar mais do que farto de ver fotos de  Carnaval, mas é mais forte do que eu: esta é, de longe, a minha época preferida do ano. Ou não vivesse em Sesimbra. Aqui na “Bela Piscoza” a efeméride é comemorada a rigor: entre sexta e terça os bailes não param, acompanhados pelos desfiles das escolas de samba e pelo bloco de palhaços. Por isso, é totalmente impossível não mergulhar, a fundo, na festa. Mas os preparativos começam a ser tratados com umas semanas de antecedência já que é indispensável ir impecavelmente tragado a rigor. Este ano eu e o meu grupo de amigas tentámos ser originais sem gastar muito dinheiro, pelo que reciclámos parcialmente peças que sobraram de anos anteriores e fizemos a maior parte dos acessórios.  Afinal, engendrar cinco trajes carnavalescos não é tarefa fácil e o orçamento é limitado. Como a "necessidade aguça o engenho" montámos uma verdadeira estufa de pintura na garagem e estoiramos o stock de cola quente das lojas do chinês da região. Só vos digo que, duas horas antes de sairmos no Sábado, a pistola estoirou e o pânico instalou-se: ainda faltavam montar três conjuntos de asas de cupido e a cola normal não aguentava a armação. Felizmente, emprestaram-nos outra e conseguimos terminar a tempo. O resultado final, que podem ver aqui e aqui, ficou fantástico. Diverti-me mesmo MUITO em todas as noites, em especial na noite de S. Valentim, em que os cupidos negros andaram a espalhar corações, mas só por quem "mereceu".  Confesso que fui um bocadinho forreta, mas os que ofereci foram com convicção [e ainda guardei um, mas esse é para ser roubado]. Claro que, após quatro noites consecutivas a sair até às dez ou onze da manhã, com temperaturas pouco simpáticas, o #lobo havia de tombar. Como o frio "é uma cena que a mim não me assiste" nunca levei casaco e, na terça ao final do dia, comecei a sentir os primeiros sinais de febre. Moral da História: apanhei uma gripe "de caixão à cova", grande clássico carnavalesco. E, durante as festas, ainda tive que aturar outro cliché típico da efeméride: os cromos. É que, por mais surpreendentemente que possa parecer, existe uma orda de cavalheiros que lê o blog e que tem alguma coisa para dizer ao #lobo. O grave é que só têm coragem de o fazer com os copos. Ahh, espetacular. Conseguem imaginar? Eu mereço, raios. Como não tenho vocação [nem saco] para aturar bêbados, ainda para mais que mal conheço, desmarquei-me a alta velocidade. Apesar dos pesares, este foi, sem duvida, um dos melhores carnavais de sempre. Para mais tarde recordar. A única parte triste é que só se repete para o ano. Bahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh já estou cheia de saudades. 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Liliane Marise: um Carnaval em "Fashion"

Meus caros 5.75 leitores, eu  não sei quanto a vocês mas o Carnaval do #lobo já começou, e em grande. Aqui em Sesimbra é tradição fazer-se, no Sábado antes, o "Baile Trapalhão", evento que marca o inicio das hostilidades, onde é suposto ir-se mascarado com uma "trapalhice" qualquer. Uma vez que não sou dada a coisas mal feitas, pus-me a magicar com as minhas amigas. Foram postas muitas opções em cima da mesa: professora,  enfermeira, menina da escola [WTF?], mas nenhuma que me agradasse [e que não me cheirasse a máscara duvidosa]. Após horas de discussão chegamos a um consenso: Cantora Pimba. Mas não uma cantora pimba qualquer: A única, a espetacular, a maravilhosa, a fofuxa: LILIANE MARISE. Sou fã desta mediática personagem da Maria João Bastos, e não podia perder a oportunidade de vestir as plumas e as lantejoulas e sair para a rua a cantar: "Eu quero uma mala chique, eu quero uma mala chique, que eu vi lá  na boutique", ou: "Se te portas mal tu vais sentir dor, tu vais levar pancadinhas de amor". Os fatos foram feitos basicamente com peças dos carnavais passados. Apenas tivemos que comprar as plumas, as leggins douradas, as unhas, as pestanas, e as madeixas vermelhas que são mesmo feitas em cabelo natural. Para dar um ar mais realista, vimos vários vídeos da Liliane e tentámos montar o "boneco" na perfeição. Até os brincos eram iguais. Para abrilhantar este bonito cenário, usei umas botas acima do joelho, da Globe, que foram compradas nuns saldos do Freeport e são 100% em pele. Apesar de [por motivos óbvios] não terem grande utilidade, encaixaram na perfeição e deram o toque final ao disfarce. "Meus fofuxos, eu amo vocês". 

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Dizeres de Filósofo e a insustentável vontade de me rir.

Sou má pessoa. Aliás, arrisco-me a dizer que sou mesmo muito má pessoa. Assumidamente, faço parte daquele espécie humana que se ri quando alguém cai. É mais forte que eu, não me consigo controlar. Sei que parece mal, mas, ao menos, não escondo. Este sentimento de gozo [?] é extensível ao facebook e demais redes sociais, nomeadamente no que toca a dizeres lamechas.