sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Buraka Som Sistema: O Som do Fim-de-Semana

No fim-de-semana que marca o início do Carnaval [pelo menos aqui em Sesimbra], quer-se alegria. E nada melhor do que a música de Buraka Som Sistema para animar as hostes. 


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Abram alas ao novo "Maxime"


O meu coração jubilou quando li esta magnífica notícia: Manuel João Vieira vai ressuscitar um dos estabelecimentos nocturnos mais emblemáticos de Lisboa: O "Cabaret Maxime".  Quem não se lembra das épicas festas Cabo Verdianas com o Tito Paris e dos concertos dos "Ena Pá 2000"? Noites absolutamente inesquecíveis que terminaram em 2011. Uma verdadeira tragédia para a cena lisboeta. Felizmente, o nosso mui amado Manel não descansou e está a tratar de reabrir as portas ao Maxime, só que no Cais do Sodré. Para além do melhor spot da capital este será, também, a sede do Candidato Vieira às presidenciais de 2016. #Épico. Apesar de ainda não ter nome, a data da inauguração já está marcada: 13 de Maio pelas 23.00h. Vai ser o evento do ano e o #lobo vai lá estar. Mais informações aqui

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Produto da Semana - Nivea Body Lotion Hidratante Express

Sou um animal de hábitos. Todos os dias, pela manhã, tomo um mega banho de imersão [não quero saber das vossas críticas], e hidrato o corpo. A sensação de pele seca, repuxada, a escamar é uma cena que a mim não me assiste. Já experimentei inúmeros cremes, mas os da Nivea continuam a bater mais forte no coração do #lobo. Além de possuírem uma excelente relação qualidade/preço têm uma vantagem espectacular: hidratam no ponto certo, sem deixar a pele gordurosa que é uma coisa que O-D-E-I-O.   Recentemente, experimentei o "Body Lotion Hidratante Express" e só vos posso dizer que estou maravilhada. A absorção é rapidíssima e deixa a pele suave  e flexível. É perfeito para quem tem pouco tempo para se despachar de manhã. Já não quero outro. Por quatro euros faz as minhas delícias. O #lobo recomenda. 

Crónicas do gajo sozinho

Ontem, pela primeira vez em 2015, foi feita uma refeição quente cá em casa que não sopa ou bolos. Nomeadamente uma sofisticadíssima carne picada com esparguete. Enquanto comia, caiu-me a ficha: Após o corrupio do mês de Dezembro, em que este lar pareceu a “cantina da Lisnave”, nunca mais me dei ao trabalho de cozinhar. Habitualmente, chego do ginásio como sopa ou cereais e está espetacular. Porquê? Porque estou cansada e não me apetece fazer nenhum. É justificação mais do que suficiente. Mas não pensem que passo fome. Todos os dias vou almoçar com os meus pais e eles alimentam-me. Só que, com o intensificar dos treinos, não é o suficiente. Por isso, tomei uma decisão: Hoje vou ao supermercado abastecer o congelador para voltar à rotina dos jantares. Tenho que dar à preguiça um tratamento de choque. Às vezes apetece-me MESMO um bife com batatas fritas ou um caril de gambas, mas acabo a jantar uma taça de cereais. E não é por falta de jeito para cozinha. É por pura falta de vontade. Já tentei, no Ebay, comprar as tabletes que os astronautas comem na lua, mas não havia. Por isso estou lixada: vou ter mesmo que cozinhar. A alternativa é ficar rica e contratar um Chef francês. Talvez seja uma opção mais realista. 

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Crónicas de Viagem: O Dia em que o Lobo visitou Auschwitz e Birkenau

Tinha prometido que a próxima crónica de viagem do blog seria sobre Pequim. Mas hoje comemoram-se 70 anos da libertação dos campos de concentração de Auschwitz e Birkenau. E como me poderia esquecer da viagem que fiz, com o meu irmão, ao Leste da Europa e que nos levou ao palco do maior extermínio em massa da Humanidade. Não vos vou mentir. A visita a Auschwitz não é fácil. Mas é necessária para compreender o que realmente aconteceu na II Guerra, e para que a memória não se perca. Se, ao inicio, estava numa de fazer as habituais piadas desagradáveis, como [perante um amontado de sapatos tirados aos judeus]: "Foi aqui que Judas perdeu as botas", passados quinze minutos passou-me logo a vontade. A culpa foi da guia polaca que nos acompanhou, que fez o favor de tornar aquela hora e meia numa espécie de "jogo psicológico". Ao descobrir que o nosso grupo tinha um alemão decidiu carregar e contar os detalhes sórdidos. TODOS. Ao fim de quarenta minutos gritei ao ouvido do meu irmão: "Diz a esta grande c*bra para parar com isto ou juro que me vou embora". Estava quase a desmaiar. Pela primeira vez na vida, perdi as forças e senti-me desfalecer. A energia negra de Auschwitz estava a dar conta de mim. Afinal, julga-se que ali tenham morrido  mais de três milhões de pessoas, entre judeus, ciganos, polacos, russos, espanhóis, gregos... Ninguém sabe ao certo os números, mas a tragédia foi grande. Por dia chegavam de comboio mais de 12 mil pessoas, recebidas por uma espécie de orquestra, uma verdadeira gentileza sórdida dos nossos amigos Nazis. Em seguida, era-lhes dito que iam tomar banho e acabavam por morrer, asfixiadas por gás para  piolhos, nas câmaras. O fumo dos fornos que incineravam os corpos via-se a 40 km de distância. Toda a gente sabia o que lá se passava. À medida que seguimos o percurso da visita, é impossível não sentir o sofrimento e o medo daquelas pessoas. Até porque as salas estão forradas com os rostos dos "prisioneiros", com a respectiva data de entrada e de "saída" do campo. Foram poucos os que se salvaram. Alguns resistiram dois ou três anos mas morreram pouco antes do dia da libertação. Quando os aliados chegaram haviam mulheres a pesar 27 kg na enfermaria. O terror. E a amiga polaca fez questão de contar TUDO ao pormenor. A grande vaca. Também fiquei a saber nomes de ilustres que bateram as botas no local, como a Anne Frank, que morreu de tifo em Birkenau.  Para além disso, é exactamente como nos filmes: os cabelos, as malas, os sapatos, as estrelas de David que assinalavam quem era judeu, estão mesmo em exposição. Também é possível aceder aos fornos, às câmaras de gás e às "camaratas", qual verdadeiro cenário da "Lista de Schindler" ou da "Vida é Bela". Depois desta visita, a minha visão sobre a II Guerra e a História Contemporânea da Europa mudou totalmente. Ficou-me na alma e no coração. Não quero voltar, mas nunca mais me esqueço que lá estive. Vejam as fotos e julguem por vós. 


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Missão Bikini # 1 - Ginásio: o novo plano

Acho que não vos cheguei a contar, mas, uns dias antes de ter adoecido com gripe, fui ao ginásio fazer uma avaliação física, e tornar-me, oficialmente, num verdadeiro "Zé do Ferro". Foi a loucura. Até marquei nutricionista. De acordo com os dados da balança xpto, tenho o metabolismo de uma moça de 21 anos [chorem invejosas], peso 52,500 Kg e preciso perder 4% de massa gorda. Mas, segundo o instrutor, estou "quase bem", só tenho mesmo que ganhar músculo, até porque o dia do "juízo do Bikini" aproxima-se a passos largos.  Para o efeito, vou começar a treinar quatro vezes por semana, e foram-me passados dois planos, que metem máquinas e pesos com fartura, capazes de enrijar os músculos a uma múmia. Ontem,  como já me senti a 100%, decidi experimentar o primeiro.  Vocês não estão a perceber: foram duas horas de puro júbilo. À primeira vista, os exercícios até pareciam simples e leves. Pareciam, porque, na verdade, são verdadeiros "derruba gigantes". Não faço ideia de quantos quilos de ferro puxei, mas foram várias dezenas. Tentei, até ao fim, portar-me com a honra e a dignidade de um #lobo, mas confesso que comecei a fraquejar. Ainda olhei à volta, para tentar perceber se havia alguém solidário com a minha dor, mas só vi pessoas impiedosas com ar de quem estava disposto a levantar a estátua do "Cristo Rei" só com um braço. Espetacular. Terminada a tortura [quer dizer, os exercício], tive uma ideia fenomenal: cravar 35 kilos na máquina dos abdominais e fazer mais umas quantas séries, porque dos franquinhos não reza o XS. Moral da história: hoje tou que nem me mexo. Não sei o que me apetece mais: se ficar no sofá com o balão de oxigénio, se cortar um dos pulsos para deixar de sentir. No entanto, como o "social" não pára, e hoje é dia de jantar com os amigos, ainda não deve ser hoje que este corpitcho descansa como devia. O que vale é que, amanhã, há mais treino, o que deixa as minhas expetativas em relação à "Missão Bikini" muito mais modestas: sobreviver até ao Verão.