domingo, 9 de novembro de 2014

Afinal a Victoria´s Secret mudou a imagem da campanha "A Perfect Body"...

... fraquinhos. As gajas ressabiadas levaram a delas avante, bahhhh. Antes estava bem melhor. Não acham?

Antes:


Depois:

A Naifa - O Concerto que me lavou a alma

Até pode não parecer, mas sou um ser sensível. A arte eleva-me o espírito. A cultura alimenta-me a alma. Era uma noite chuvosa, regada por uma má noticia: alguém conhecido tinha perdido a batalha contra a "doença prolongada". No Cineteatro João Mota, em Sesimbra, os Naifa já tocavam os primeiros acordes. Sentei-me. Nunca os tinha visto ao vivo. A expectativa era grande. Ao meu lado alguém tremia de frio. Tapei-lhe as mão com o cachecol. Olhei para o palco. À minha frente estava a banda do imortal João Aguardela, envolvida pela majestosa voz da vocalista, Maria Antónia Mendes. Pela sala, ecoavam os acordes da guitarra portuguesa, dedilhada como ninguém pelo eterno "Peste & Sida", Luís Varatojo. Quando voltei a mim, já tinha passado mais de uma hora e o concerto estava a chegar ao fim. "Como é possível?", pensei. "O meu cérebro diz que  começou há cinco minutos". Tinha-me deixado embarcar na viagem pelo que de melhor existe na musica portuguesa. Amália Rodrigues, Ary dos Santos, GNR, Dead Combo, o próprio João Aguardela, que foi chamado e saudado pelo público, passaram por ali. Maria Antónia Mendes fez questão de lembrar que, no 25 de Abril de 2008, os Naifa tinham tocado naquele mesmo palco, num concerto que os marcou para sempre. Foi um dos últimos da vida do mentor da banda, antes de ser levado pelo maldito cancro. O público aplaudiu de pé  e implorou por mais. Eu agradeci. Há muito que não ouvia um som tão bom e tão profundo, a ponto de me tocar a alma. Retive a mensagem: "A verdade apanha-se com enganos". Olhei em frente e vi o Aguardela. Os imortais não morrem, e aquele palco será para sempre seu.  

sábado, 8 de novembro de 2014

Notícias do Gugu

Aqui ficam, nas palavras do Dr. Luís da Vetsesimbra, a grande evolução do estado clínico do Gugu: 

«A Sra Andreia e a sua " nova mascote " calígula ou para os amigos GUGU. O nosso amigo apresentava um complexo estomatite /gengivite grave que lhe dava umas dores terríveis a comer e salivação em excesso, devido á gravidade/ cronicidade do processo foi submetido a uma extracção dentária radical , com preservação dos caninos e incisivos restantes e após 28 dias está assim...impecável, já engordou 600 g e está um gatito novo sem dores. Força caligula e dona . è um caso giro para os descrentes nesta cirurgia; que embora seja extremamente invasiva e que tenha um pós operatório desagradável apresenta uns resultados fantásticos após um tempinho. Vale a pena para casos crónicos graves ...sem duvida!!!!!» 

E ó para nós tão lindos. Não está um verdadeiro gatão? Miau. 

Fim de semana de....

.... obras e mudanças. Ainda assim, vai haver um tempinho para um concerto e uma saidinha. Depois mostro-vos parte do resultado final. 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

À porta do veterinário…

… ouvem-se coisas bizarríssimas. Hoje levei o meu Gugu à última consulta de rotina do pós-operatório. E, só para que conste, está completamente recuperado e já engordou quase um 1kg. Enquanto esperava pela minha vez, não pude deixar de ouvir a conversa de um casal, cuja cadelinha, de porte mini, tinha sido atropelada por um carro. A pobre tinha a bacia partida, e a discussão girava em torno da conta do veterinário e da suposta culpa do condutor. O dono estava indignado. Dizia que não valia a pena operar o pobre bicho porque o animal “não tinha arranjo”, e que a culpa era do condutor. “Minha é que não é”, esbracejava. Enquanto isso, a esposa tentou explicar-lhe, por A+B, que não era bem assim porque a cachorra era tão pequena que era difícil vê-la através do retrovisor. Que o melhor era deixa-la internada. “Pode ser que se salve”. Mas o homem não se calava, e queria ir pedir contas ao condutor. Contei até dez. Contei até cem. Contei até mil. Esgotei as vidas do “Candy Crush”, e o raio do homem não se calava. Felizmente chegou a minha vez. Ou ia ter que me levantar e explicar ao cavalheiro que, além de extremamente perigoso, é ilegal deixar animais sozinhos na via pública. E que, se se continuasse a armar em parvo, ainda corria o risco de ganhar o bónus de levar com uma queixazinha na GNR e de ser acusado por maus tratos a animais e/ou negligencia. Isto, se tivesse sorte, porque ainda lhe podiam obrigar a pagar os eventuais danos sofridos pelo carro.

Este bonito diálogo não me sai da cabeça. Realmente, ele há gente muito atrasada. Como é que em pleno XXI ainda se coloca em risco a vida dos animais de estimação e de quem anda na estrada? Isto sem consciência de que é errado, ilegal e que, obviamente, os donos podem, e devem, responder legalmente por isso. A lei mudou, mas as mentalidades não. Que tristeza. 

The White Stripes e a dança de varão da Kate Moss

Já há algum tempo que não ouvia e ontem voltei a reencontrá-los: Os White Stripes. Amo a banda do Jack White. Fui vê-los em 2007, no único concerto que deram em Portugal e foi um momento para recordar o resto da vida. Para a história fica o clip da musica: "I just don´t Know what to do with myself" que é, basicamente, a Kate Moss a dançar no varão. Brutal. 

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Sesimbra em Imagens

A propósito deste post, lembrei-me do quanto a Piscoza Cizimbra é um local mágico, e belo. Como diria o Scolaria: "E o burro sou eu?".