sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A Lei que criminaliza os maus tratos contra animais X Os facínoras que batem na mulher quando o Benfica perde

A propósito da entrada em vigor, no dia 1 de Outubro, da lei que criminaliza os maus tratos contra animais, li, nas redes sociais, uma série de comentários absurdos e bizarros sobre o tema. Nesta conformidade, não posso deixar de me insurgir com o meu sapiente bitaite. No top das tiradas bizarras estão as que apelidam a lei de: “histeria coletiva promovida por uma cambada de intelectuais de esquerda, com pouco que fazer, que deviam mas era estar preocupados com os velhinhos, as criancinhas, e as esposas que levam na tromba”.
A este tipo de observações, o Lobo apenas tem a dizer que:

- Meus amores, não havia necessidade. Então não sabeis que “uma coisa é uma coisa. E uma outra coisa é uma outra coisa?”. Ou seja, não é preciso ter um QI muito evoluído para constatar que estamos a falar de assuntos [e de seres] totalmente diferentes, e que, independentemente do tipo de proteção legal existente sobre os animais, os facínoras vão continuar a maltratar os seres humanos mais vulneráveis.

- Estima-se que, no ano de 2013, tenham sido abandonados cerca de 30 mil animais de estimação em Portugal. A maior parte dos quais terminou morto na beira da estrada, eutanasiado num Canil Municipal, e foi alvo de violência e maus tratos extremos. É por fazerem alguma coisa por estas pobres criaturas, que o marido bêbado vai deixar de “dar uma tareia de criar bicho à esposa”, só porque o Benfica levou três batatas do Bayer Leverkusen na Champions?

- A lei prevê que: “quem, sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus tratos físicos a um animal de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 120 dias”. Um ano? Estão a gozar? É este o vosso motivo de escândalo?? Ó meus amigos, podeis ficar descansados. Num país como o nosso, com a justiça em estado de Sitius [passo a piada fácil], aposto que, dificilmente, alguém será condenado. Mas já é um princípio. Sabiam que grande parte dos psicopatas assassinos têm um historial de maus tratos a animais? Se ao menos forem sinalizados, talvez se consiga travar um futuro Serial Killer. Já pensaram nisso? Olhem que nunca se sabe. Em certa medida, ao contestarem a lei, também estão a colocar em causa a vossa segurança, e a dos vossos filhos. Ahhh, já me começam a dar uma pontinha de razão. De nada. Não têm nada que agradecer. O Lobo é caridoso e gosta de auxiliar as pessoas intelectualmente menos favorecidas.

- Por último, tenho a referir que, para defender esta lei, ou pelo menos não a pôr em causa, não é preciso ser de esquerda ou intelectualoide: basta ser Humano. E, posto, isto, termino com algumas imagens, potencialmente chocantes, do antes e depois de animais que foram salvos pelos desocupados que querem transformar o mundo num lugar civilizado, em que impere o respeito por todos os seres, em especial os que nunca terão voz para se defender.


Nota – Não ficais tristes. Eu entendo. Ele há coisas que não vêm escritas na revista Happy, por isso, algumas criaturas não conseguem compreender temas que extravasam o universo da: futilidade falida do seu “mundinho a preto e branco”.    

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

O Novo Amor do Lobo

Gaius Julius Caesar Augustus Germanicus Calígula, diz olá aos meus 5.75 leitores. 5.75 leitores, sejam educados e digam olá ao Gaius Julius Caesar Augustus Germanicus Calígula


Feitas as apresentações, tenho a comunicar-vos que este é o meu novo amor. Caiu na minha vida de “para-quedas”, sem pedir licença ou autorização. Que é como quem diz: alguém [um Filha da P+ta] abandonou-o, doente, junto a um caixote do lixo. E não fui capaz de o ignorar. É um gato meigo, lindíssimo, de uma doçura extrema. Nota-se perfeitamente que teve uma casa, e foi deixado, assim, sem dó nem piedade para morrer na rua.

Levei-o ao veterinário, e, antes de mais, foi feito o despiste à leucemia e à sida dos felinos. Os resultados vieram negativos. Em seguida, o veterinário procedeu a uma avaliação detalhada do seu estado clínico. Confesso que, dado o ar doente e subnutrido, temi o pior. Ao fim de longos minutos de espera, chegou o diagnóstico: infeção grave na boca e nos olhos, com ulceras incluídas, o que vai implicar um longo tratamento, e uma operação para esterilização e eextracção integral dos dentes. Este procedimento, apesar de indispensável, implica alguns riscos, já que não é um gato novo. O veterinário estima que tenha entre 8 a 11 anos, e os custos são elevados.

Quando me foram anunciados os valores, assaltou-me um pensamento: Se, com esse dinheiro, podia comprar uns Louboutin? Podia, claro. Se podia comprar uns Jimmy Choo? Obviamente. Se podia comprar um gato persa bebé? Poder, Podia. Mas não ia ser a mesma coisa. “Vamos arriscar, doutor. Vamos salva-lo”. - “Tem a certeza disso?”, perguntou o médico. “Tenho, claro. Aquele que salva uma vida, salva o mundo inteiro, já dizia o Oscar Shindler citando o Talmud”.

E foi assim que o Gaius Julius Caesar Augustus Germanicus Calígula [Gugu para os amigos], veio viver comigo. Para já, vai colocar, por dia, 24 gotas nos olhos, dois líquidos diferentes na boca, e tomar um mega comprimido. Como é o gato mais doce do mundo, deixa-me fazer-lhe tudo. Apesar de só estar aqui há um dia, já sabe onde é o areão e o local da comida. Não suja nada, porta-se super bem, mas ainda é tímido, e tem medo dos barulhos e da esfregona [sem comentários]. Se não miasse a noite inteira, poderia dizer que temos a relação perfeita. No entanto, tenho esperança que, com o tempo, a coisa melhore [e que os vizinhos não façam nenhuma reclamação]. A operação ficou marcada para a próxima quarta-feira, dia oito. Vão proceder à esterilização e extrair os poucos dentes que ainda tem, por estarem totalmente podres e causarem dores horríveis. Por isso, preciso das vossas boas energias, para que esta história tenha um final feliz. O Gugu merece uma oportunidade de ser feliz [e eu também]. Ao Filha da P*ta que o abandonou para morrer junto ao lixo, apenas tenho a desejar-lhe uma morte horrível, lenta e muito, mas mesmo muito, dolorosa. Vamos dando noticias. 

Nota: Face a este tipo de casos que, infelizmente, ocorrem, no nosso país todos os dias e em elevado numero, não posso deixar de endereçar uma palavra de desprezo aos idiotas que têm, nas redes sociais, contestado a aprovação da Lei da Criminalização dos Maus Tratos a Animais, alegando que os velhinhos e as criancinhas também sofrem ,e ninguém faz nada. Meus queridos, só tenho a dizer-vos que, se não entendem a diferença entre as duas situações, então possuem um grave problema de formação e de educação, por isso, e para vosso bem, voltem ao ensino primário. Pode ser que alguém vos salve, mas esse é um tema para um próximo post. 

terça-feira, 30 de setembro de 2014

O Lobo viajou no tempo na "Feira Medieval em Palmela"

Allo meus queridos 5.75 leitores. Já devem ter estranho a falta do habitual comentário do Lobo à gala de Domingo do Secret Story. Confessem lá, eu sei que sim. Mas não fiquem zangados comigo. Foi por uma boa causa: a Feira Medieval em Palmela. Como é do vosso amplo conhecimento, não há festa nem festança onde não apareça o LOBO MAU. Por isso, não pude deixar de comparecer ao encerramento deste fantástico evento.  Confesso que tenho sempre uma certa desconfiança em relação a recriações históricas, mas a Feira de Palmela esteva fantástica. A animação, os feirantes, as bancas de comida, o combate medievo, as danças, os camelos, os falcoeiros, o bailando suspenso na Torre. Tudo simplesmente fabuloso e mágico. Diverti-me à grande, tive oportunidade de experimentar duas iguarias deliciosas: a cerveja artesanal e a famosa sopa caramela, e, para a loucura, testei os meus dois pezinhos esquerdos num workhop de dança. A ida a Palmela, fez-me viajar no tempo. Para um momento em que as terras a Sul do Tejo estavam sob o domínio dos mui corajosos monges guerreiros de  Sant'Iago  de Espada.  Infelizmente não me consegui vestir à época, mas, para o ano, não falha: O Lobo em figura de Peste Medieva vai estar à solta no Castelo. Sem dúvida, um evento a não perder. Muito obrigada por tudo, e muitos parabéns à organização. 


domingo, 28 de setembro de 2014

Power Bike / Power Lobo

Sexta-feira passada, um dia normal e tranquilo como todos os outros. O Lobo caminhava, inocentemente até ao ginásio, até que, a meio do caminho, se ouve uma voz vinda do além: “Uhhhhh, vamos ao Power Bike. Vamos ao Power Bike, Uhhhhhhh”. Hipnotizada, quase sem me dar conta, entrei na sala das bicicletas. O martírio estava prestes a começar. Aumenta o peso quatro vezes, sprinta, aumenta o peso dez vezes, “sobre a montanha”, aumenta o peso 54545454545 mil vezes, e sprinta novamente. As ordens iam sendo ditadas por um capataz musculado, e Ai de quem não cumprisse. Ao fim de quase uma hora, vi saírem, em passo de corrida, todos os abusos das férias: As jantaradas, os copos, as batatas fritas, as conchas gratinadas, os hamburgers. Esse sim, sprintavam que nem uns desalmados das minhas ancas, e sem olhar para trás. No fim da aula, após ter perdido uns 20 kg em suor, só vos posso dizer que A-D-O-R-E-I. Nunca tinha experimentado, porque achava que não ia ter pedal [passo a piada fácil] para acompanhar. E estava redondamente enganada. Apesar de implicar algum esforço, o “Power Bike” é uma modalidade super divertida e muito compensadora, porque, além de aumentar a resistência física, queima muiiitassss calorias, e tonifica os músculos. Só vantagens [estou quase a ser a capa da próxima FHM]. Na próxima semana, lá estarei. Quem puder experimente, porque não se vai arrepender. Palavra de Lobo. 

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Maquilhagem – Top Essentials.

A maquilhagem é um dos elementos mais importantes para realçar a perfeição feminina. Quais efeitos especiais da Pixar, é capaz de produzir autênticos milagres. Além de disfarçar uma noite mal dormida, realça a beleza natural do rosto, iluminando-o, e tornando-o [quase] perfeito. Não desfazendo, é capaz de aumentar a autoestima a qualquer camafeu. No entanto, digam as marcas o que disserem, para obter um bom resultado, é essencial que os produtos sejam de muito boa qualidade. Não há nada mais deprimente do que ver alguém com o canto dos olhos borrados, a sombra sumida, e a base praticamente desaparecida [e a quem isto nunca aconteceu que atire a primeira pedra]. Por isso, um Kit Maquilhagem decente implica algum investimento inicial, que acaba por compensar, já que os produtos de qualidade duram muito mais do que os outros. E, perguntam vocês, meus queridos 5.75 leitores: “Ai é, seu Lobo com a mania que é esperto, e o que deve conter esse tal Kit?”.

Bom, responde o Lobo, falando apenas do que é essencial, sem entrar em grandes exageros, e para cumprir os serviços mínimos, um Kit desta natureza, deve incluir os seguintes produtos:

Base – Antes de mais, é muito importante comprar uma base ( ou fond de teint), de boa qualidade. Se a pele não ficar bem coberta, o resultado da restante make ficará comprometido. No momento da escolha, tenha em atenção o seu tom de pele, a oleosidade, e o tipo de resultado que pretende: realçar o bronzeado ou dar-lhe um toque mais leve e natural. Antes da aquisição, experimente, até encontrar a sua, as diversas tonalidades da marca selecionada, testando-as na pele do pescoço e não da mão.  

Corretor de Olheiras – Como o próprio nome indica, este é um produto fundamental para disfarçar olheiras, borbulhas, e outras imperfeições, dando ao rosto um aspeto fresco e saudável. Para um efeito perfeito, é importante escolher a cor mais adequada ao seu tom de pele.  

Lápis/Eyeliner – Líquidos, de ponta fina, em lápis ou na versão caneta, a escolha de um bom eyeliner é essencial ao sucesso da maquilhagem. Além de ser muito importante que não borre ou escorra, é essencial que não irrite os olhos. Após várias experiencias falhadas, optei por um da Chanel, preto, em caneta, à prova de água. É resistente, propicia um bom resultado, e não foi absurdamente caro [cerca de € 20, mais coisa menos coisa].

Rímel – De várias cores e feitios, este é outro elemento indispensável para realçar a beleza do olhar. O mercado oferece-nos um vastíssimo leque de opções, mas, os mais eficazes, são os pretos que alongam e dão volume às pestanas. Eu uso este da Dior e estou muito satisfeita. Não é um investimento pequeno, mas acaba por ter um resultado compensador. É importante ter cuidado com a sua manutenção, pois, quando mal usados, secam rapidamente.   

Sombras – As sombras realçam os olhos, e são um elemento central na composição da maquilhagem, tornando-os mais expressivos. A utilização das cores deverá ter em atenção a ocasião a que se destinam: tons mais escuros para um jantar, ou evento noturno, e mais claros para o dia-a-dia. Se quiser poupar alguns euros, opte por uma paleta variada, que poderá ser um pouco mais cara, mais que se torna mais rentável, já que lhe dá um vasto leque de opções. E, quando de boa qualidade, vai passar alguns anos sem ter que renovar o stock.

Batons/Gloss Ao contrário do que a maior parte das pessoas possam pensar, o baton não é o retoque final da maquilhagem, mas um elemento essencial para dar expressão e luminosidade ao rosto. Um truque para aumentar o volume dos lábios [além do silicone, e não, não vos vou falar sobre o pirosérrimo lápis de contorno dos anos 90], é sobrepor o gloss ao baton. Fica absolutamente fantástico. Se não quiser gastar muito dinheiro, opte por cores versáteis e neutras, selecionando um tom de rosa, que se aplica a praticamente todas as ocasiões.

Blush – Não existe rosto bem maquilhado sem a aplicação de um bom blush. E quanto mais natural melhor, já que deve iluminar, sem assumir grandes protagonismos, para evitar o efeito de “pele rosadinha” [em jeito de Miss Piggy].

Nota: Agora, acabaram-se as desculpas para saírem de casa com um rosto cadavérico, a preto e branco. Vão pela conversa do Lobo: encham as vossas vidas de cor e alegria.  

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Aviso à navegação - Hoje é a "Quinta Feira Louca do Freeport" com um desconto adicional.

Queridos 5.75 leitores, sabem que dia é hoje? Ah pois é. Guardem os Louboutin porque não é o aniversário do Lobo. Como sou uma alma boa e caridosa, vou-vos contar tudo: É a “Quinta Feira Louca do Freeport”. O que quer dizer que o Freeport de Alcochete vai contar com um mega desconto sobre o preço de Outlet, a que acresce uma promoção de 10%, comemorativa do seu 10.º Aniversário. Maravilho. Estamos perante uma oportunidade única para começar a preparar o closet para o frio. Não se esqueçam das milhentas dicas do vosso amigo Lobo, olhem para as tendências, vejam o que realmente precisam, e pronto: Shoppem à vontade. Marcas como: FornarinaGuessDieselMangoPull and BearGap, ou Gant, vão estar a preços muito simpáticos, à medida de praticamente todos os bolsos. Enjoy e depois, se quiserem que publique aqui, enviem as imagens das vossas pechinchas para o email: akrabarbarion@gmail.com. Hoje Vale [praticamente] TUDO. 

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Amor, Traição e Morte – Uma História da Vida Real

Já há algum tempo que estou para vos contar uma história verídica que ouvi há uns meses, e que me chocou profundamente. Envolve família, traição e morte [dava quase uma novela da TVI], e não, este post não é para rir. Há algumas décadas atrás, existiram dois irmãos que trabalhavam, por turnos, na mesma empresa. Também moravam perto um do outro, com as respetivas famílias. Um dia, um deles apaixonou-se pela mulher do outro. O Amor foi correspondido. Sempre que o irmão saía para trabalhar, esgueirava-se pela janela, e ia dormir com a cunhada. O relacionamento durou quase uma década. Até ao momento em que ela terminou. “As crianças estavam a ficar crescidas. Alguém podia descobrir”. Ele não se conformou, mas aceitou. As décadas foram passando, e o “Segredo”, ficou guardado nas brumas do tempo e da memória. Até ao dia em que Ele teve um AVC. O BI dizia-lhe que já havia passado as setenta Primaveras, e que poderia morrer a qualquer momento. Os médicos também. Não queria levar, consigo, o “Segredo”. Era demasiado pesado. Apesar da aparente calma, a consciência nunca o havia deixado em paz. Nas noites em que olhava para a esposa, que sempre lhe havia sido dedicada e fiel, os remorsos atormentavam-lhe o pensamento. “Como é que foste capaz de lhe fazer uma coisa destas? Porque é que não assumiste? Porque é que não a deixas-te em paz, para procurar um homem que a amasse e fizesse feliz? És um cobarde”. O peso tinha que ser distribuído. Já não era capaz de o carregar sozinho. Havia chegado o momento da redenção. Queria partir em paz. A esposa ficou chocada, a cunhada já havia falecido, e o irmão nunca mais lhe falou. A partir daquele dia, os filhos deixaram de saber quem era o pai. Mas, contrariando as previsões dos médicos, [esses corvos da desgraça], não morreu. Sobreviveu, e a culpa estava à sua espera. Sorria-lhe como a Serpente sorriu a Adão, antes da expulsão do Paraíso. E tinha que ser carregada. Penosamente, em frente à família, aos vizinhos, aos amigos, aos conhecidos, e aos desconhecidos. A esposa não resistiu. Entrou em depressão, e morreu, poucos meses depois. Deixou de comer. Não conseguiu entender como é que duas pessoas, que tanto amava, e em quem confiava, a tinham conseguido trair e enganar durante décadas. Logo ela, que sempre havia sido uma boa mulher, uma mãe exemplar. Uma boa cunhada. Dedicou a vida a uma falsa causa. E o tempo para recomeçar já tinha passado. Ele enforcou-se. A culpa transformou-se em doença, a doença em sofrimento. Não aguentou. No dia em que colocou um cinto à volta do pescoço, teve a certeza de que havia tomado a decisão errada. E que a vida lhe tinha, gentilmente, retribuído. No momento antes de saltar, não se arrependeu de ter traído o irmão. Não se arrependeu de ter amado uma má mulher. Arrependeu-se de ter assassinado a certa. E, finalmente, viu-se confrontado com a redenção.