sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Vogue Fashion´s Night Out 2014 - Report do Lobo

Allo meus excelsos 5.75 leitores. O Vosso amigo Lobo anda numa azáfama e mal teve tempo de desfazer a mala. Após a chegada de Londres, fui a Palmela, à imperdível Festa das Vindimas, beber um moscatel, ver o cortejo, e provar o que de melhor se produz na região da Arrábida. E ontem não podia deixar passar em branco o evento lisboeta mais aguardado do ano: A Vogue Fashion´s Night Out. Infelizmente [e porque a minha vida não é só isto], cheguei um bocadinho tarde, mas ainda consegui participar na “Festa da Moda”. Blogers, hipsters, pseudo-famosos, alpinistas do social. Estava lá toda a gente. Como nunca tinha ido [em 2012 tive um jantar de família que acabou tardíssimo, e, no ano passado, estive quase, quase, a conseguir, mas marcaram uma emocionante e espetacular reunião de condomínio para o mesmo dia. Ninguém merece], e porque as espectativas eram altas, não achei nada de especial. Passei a maior parte do tempo na Avenida da Liberdade. As lojas tinham animação, música, álcool, chocolates, ofertas, e algumas promoções. A L´Oréal esteve em grande, colocando cabeleireiras e maquiadoras em vários locais, o que deu um toque Sex and The City, à coisa. Gostei especialmente da festa no Museu de São Roque, que tinha um DJ óptimo no jardim central.  Para o ano, sou pessoa para voltar. 

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Londres ligou…. e o Lobo foi

Olá meus queridos 5.75 leitores. Está tudo bem convosco? Ótimo. O vosso amigo Lobo também está impecável, acabadinho de chegar de chegar de Londres, uma das cidades mais fantásticas da Europa. Desculpa para voltar: surpreender o meu irmão no dia de aniversário. Após quase nove meses sem nos vermos, foi um dos momentos mais emocionantes de toda a minha vida. Os bilhetes já estavam comprados há quase dois meses. A namorada foi a minha grande cúmplice e ajudou-me a prepara tudo. O reencontro deu-se num pub onde ele se havia reunido com os amigos para festejar. Primeiro apareci eu [com uma caixinha dos tão tugas pasteis de nata], depois a minha mãe com o presente de aniversário. Ele nem queria acreditar. Até as lagrimas me vieram aos olhos [e note-se que O-D-E-I-O lamechices]. Estava dado o mote para uns dias fantásticos passados em família. [escusam de me chamar traidora por não vos ter contado, mas surpresa, é surpresa, e não queria que nenhuma boca grande estragasse tudo].

Como já conheço relativamente bem a cidade, desta vez optei por um circuito alternativo, pelo que vos mostro uma Londres diferente. Escusado será dizer que aproveitei para visitar os Museus que ainda não conhecia, curtir a noite londrina, palmilhar os mercados, e alcovitar as novidades das marcas carésimas que provocam o júbilo da massa associativa, no Harrods, e no Selfridges [o que me obrigou a vestir um colete de forças para não cometer nenhuma loucura]. 

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Maquilhagem Outono/Inverno 2014 - Inspiração

Maquilhagem natural, tons neutros,  predominância do rosa. Parece ser esta a grande tendência para o próximo Outono/Inverno. O Lobo já anda inspirado para a próxima estação. 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Penteados - Inspiração de Inverno

Apanhados meio caídos, em jeito despenteado, franja com madeixas soltas, coques tipo “bailarina”, presos com laca, são alguns dos elementos inspiradores para os penteados de Inverno. Adoro. 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

O Verão está no fim: chegou a hora de cortar o Cabelo.

O Verão está a terminar e não consigo ignorar os efeitos que causou no meu cabelo: pontas estragadas e desidratação. Assim sendo chegou a altura de o cortar, coisa que odeio fazer. Estou em dúvida, se o devo aparar e manter o comprimento, ou experimentar algo mais drástico, até porque tenho saudades da minha franja. Seja como for, a grande tendência para este Inverno são cabelos compridos, volumosos e ligeiramente ondulados. Não me parece que vá entrar na moda, até porque a minha juba não me permite usa-lo muito comprido. Mas juro que adorava. Digam lá se não são o máximo?  

Sobre o Amor

Dizem que, para existir, o amor tem que ser físico. Dizem que: “O amor à distância perdeu-se pelo caminho”. Nunca concordei com esta frase. Comecei por desconfiar em criança, sempre que o meu pai se ausentava, em trabalho, por longas temporadas. A minha certeza ficou mais sólida no momento em que o meu irmão saiu do país, primeiro para estudar, depois para trabalhar. E não voltou. A distância de uma, duas, três escalas de avião, nunca foi um impedimento para nós. Mas só a confirmei no dia em que a minha avó morreu. Foi há dois anos que recebi um telefonema. Podia ter sido há cinco minutos, a dor que sinto é a mesma. Aquele telefonema: “Vem já para aqui porque a avó sentiu-se mal e acho que morreu”. “Morreu? Como morreu? Os imortais não morrem”. O INEM tentou mas não conseguiu fazer nada. O coração tinha parado. Corri e ainda a vi sair de casa na maca, já sem vida. Não tinha o ar tranquilo dos filmes. No rosto ficou a expressão angustiada de quem foi levado à força. Foi o pior dia da minha vida. Eramos almas gémeas. O nosso amor sempre foi sincero e profundo. Apesar dos avisos médicos, sempre me recusei acreditar que a iria perder. Coube-me a mim a tarefa de ligar ao meu irmão, que estava na Holanda, e dizer: “A avó morreu. E eu deixei”. Ontem dei por mim, a falar desse episódio, pela primeira vez, sem chorar. E questionei-me se já o tinha aceitado. Mas não. Concluí que, à medida que o tempo passa, a dor é maior. E o amor também. Não me conformo. Não aceito, e não tenho outro remédio. Ainda hoje passo lá em casa com a esperança de a ver. Ainda hoje pego no telefone para lhe ligar. Mas já não há ninguém para atender. Como é que é possível? Acredito que, daqui a dez anos, vou continuar a ter a mesma reação. Concluí que, quando o amor é verdadeiro, a distância e a ausência física não o diminuem. Antes pelo contrário. Só o fazem crescer, bem como a dor da perda. Cobardemente, não consigo ir ao cemitério. Tenho que ser arrastada. Doí-me porque não aceito. E nunca vou aceitar. É como deixar de ser adepta do Porto e passar-me para o “Recreativo da Luz”. Jamais.  Não preciso de a ver para a amar. Um dia a gente encontra-se. Até lá, o meu sentimento vai permanecer inabalável. 

Os Segredos do Secret Story 5 - A Antevisão do Lobo.

Caríssimos:
Após o encerramento das inscrições para participar no Secret Story 5, [e uma vez que esta pobre nação de brandos costumes já viu mais do que queria dentro da “Casa”], o “Lobo na Porta” antevê os Segredos desta edição:

- O meu pai tem criancinhas enterradas na cave. [em memória do idiota que disse que o pai era o “Estripador de Lisboa” só para entrar no concurso.].
- Fui abusado pelo Bibi quando estudava na Casa Pia.
- A minha mãe já foi prostituta de beira de estrada.
- O meu Pai pode ser qualquer um de vocês.
- Mantenho relações íntimas com os meus animais de estimação.
- Tentei fazer uma lista de todas as pessoas com quem já tive me envolvi sexualmente, mas perdi-me no número 9844545544545445454545444454545454545454545.
- Sei a verdadeira idade de Lady Betty Grafstein [sim, a do nosso querido José Castelo Branco].
- Recebo mensagens do além e descobri quando o Sporting vai ser novamente campeão [lá para 3055].
- A Ministra das Finanças é a Ghost Writer do: “Homem que Mordeu o Cão.
- O meu nome é Aninhas, mas, até aos 18 anos, fui o Paulo [só para ser diferente, desta vez].
- O meu avô é um travesti.
- Tenho o avião da Malásia no sótão. 
- Sou o cúmplice da voz.
E por fim, meus queridos 5.75 leitores, o mais escabroso de todos:

- Já quis ser jogador do Benfica. [É triste, mas é verdade. Existem pessoas assim, no mundo, a merecer serem atacadas pelas Bernardinas desta vida].