Allo meus excelsos 5.75 leitores. O
Vosso amigo Lobo anda numa azáfama e mal teve tempo de desfazer a mala. Após a
chegada de Londres, fui a Palmela, à imperdível Festa das Vindimas, beber um
moscatel, ver o cortejo, e provar o que de melhor se produz na região da Arrábida.
E ontem não podia deixar passar em branco o evento lisboeta mais aguardado do
ano: A Vogue Fashion´s Night Out. Infelizmente [e porque a minha vida
não é só isto], cheguei
um bocadinho tarde, mas ainda consegui participar na “Festa da Moda”. Blogers,
hipsters, pseudo-famosos, alpinistas
do social. Estava lá toda a gente. Como nunca tinha ido [em
2012 tive um jantar de família que acabou tardíssimo, e, no ano passado, estive
quase, quase, a conseguir, mas marcaram uma emocionante e espetacular reunião
de condomínio para o mesmo dia. Ninguém merece], e porque as espectativas eram altas, não achei nada de
especial. Passei a maior parte do tempo na Avenida da Liberdade. As lojas
tinham animação, música, álcool, chocolates, ofertas, e algumas promoções. A L´Oréal
esteve em grande, colocando cabeleireiras e maquiadoras em vários locais, o que
deu um toque Sex and The City, à
coisa. Gostei especialmente da festa no Museu de São Roque, que tinha um DJ óptimo no
jardim central. Para o ano, sou pessoa
para voltar.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Londres ligou…. e o Lobo foi
Olá
meus queridos 5.75 leitores. Está tudo bem convosco? Ótimo. O vosso amigo Lobo
também está impecável, acabadinho de chegar de chegar de Londres, uma das cidades
mais fantásticas da Europa. Desculpa para voltar: surpreender o meu irmão no dia
de aniversário. Após quase nove meses sem nos vermos, foi um dos momentos mais
emocionantes de toda a minha vida. Os bilhetes já estavam comprados há quase
dois meses. A namorada foi a minha grande cúmplice e ajudou-me a prepara tudo.
O reencontro deu-se num pub onde ele
se havia reunido com os amigos para festejar. Primeiro apareci eu [com
uma caixinha dos tão tugas pasteis de nata],
depois a minha mãe com o presente de aniversário. Ele nem queria acreditar. Até
as lagrimas me vieram aos olhos [e note-se que O-D-E-I-O
lamechices]. Estava dado
o mote para uns dias fantásticos passados em família. [escusam
de me chamar traidora por não vos ter contado, mas surpresa, é surpresa, e não
queria que nenhuma boca grande estragasse tudo].
Como já conheço relativamente bem a cidade, desta vez optei por um circuito alternativo, pelo que vos mostro uma Londres diferente. Escusado
será dizer que aproveitei para visitar os Museus que ainda não conhecia, curtir
a noite londrina, palmilhar os mercados, e alcovitar as novidades das marcas carésimas que provocam o júbilo da
massa associativa, no Harrods, e no Selfridges [o que me obrigou a vestir um colete de forças
para não cometer nenhuma loucura].
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À Volta do Mundo
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sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Maquilhagem Outono/Inverno 2014 - Inspiração
Maquilhagem natural, tons neutros, predominância do rosa. Parece ser esta a grande tendência para o próximo Outono/Inverno. O Lobo
já anda inspirado para a próxima estação.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Penteados - Inspiração de Inverno
Apanhados meio caídos, em
jeito despenteado, franja com madeixas soltas, coques tipo “bailarina”, presos
com laca, são alguns dos elementos inspiradores para os penteados de Inverno.
Adoro.
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Saúde & Beleza
terça-feira, 2 de setembro de 2014
O Verão está no fim: chegou a hora de cortar o Cabelo.
O Verão está a terminar e não consigo ignorar os efeitos que causou no meu cabelo: pontas estragadas e
desidratação. Assim sendo chegou a altura de o cortar, coisa que odeio fazer.
Estou em dúvida, se o devo aparar e manter o comprimento, ou experimentar algo
mais drástico, até porque tenho saudades da minha franja. Seja como for, a
grande tendência para este Inverno são cabelos compridos, volumosos e
ligeiramente ondulados. Não me parece que vá entrar na moda, até porque a minha juba não me permite usa-lo muito comprido.
Mas juro que adorava. Digam lá se não são o máximo?
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Saúde & Beleza
Sobre o Amor
Dizem que, para existir, o amor tem que
ser físico. Dizem que: “O amor à distância perdeu-se pelo caminho”. Nunca concordei
com esta frase. Comecei por desconfiar em criança, sempre que o meu pai se
ausentava, em trabalho, por longas temporadas. A minha certeza ficou mais
sólida no momento em que o meu irmão saiu do país, primeiro para estudar,
depois para trabalhar. E não voltou. A distância de uma, duas, três escalas de
avião, nunca foi um impedimento para nós. Mas só a confirmei no dia em que a
minha avó morreu. Foi há dois anos que recebi um telefonema. Podia ter sido há
cinco minutos, a dor que sinto é a mesma. Aquele
telefonema: “Vem já para aqui porque a avó sentiu-se mal e acho que morreu”. “Morreu?
Como morreu? Os imortais não morrem”. O INEM tentou mas não conseguiu fazer
nada. O coração tinha parado. Corri e ainda a vi sair de casa na maca, já sem
vida. Não tinha o ar tranquilo dos filmes. No rosto ficou a expressão
angustiada de quem foi levado à força. Foi o pior dia da minha vida. Eramos
almas gémeas. O nosso amor sempre foi sincero e profundo. Apesar dos avisos
médicos, sempre me recusei acreditar que a iria perder. Coube-me a mim a tarefa
de ligar ao meu irmão, que estava na Holanda, e dizer: “A avó morreu. E eu
deixei”. Ontem dei por mim, a falar desse episódio, pela primeira vez, sem
chorar. E questionei-me se já o tinha aceitado. Mas não. Concluí que, à medida
que o tempo passa, a dor é maior. E o amor também. Não me conformo. Não aceito,
e não tenho outro remédio. Ainda hoje passo lá em casa com a esperança de a
ver. Ainda hoje pego no telefone para lhe ligar. Mas já não há ninguém para
atender. Como é que é possível? Acredito que, daqui a dez anos, vou continuar a
ter a mesma reação. Concluí que, quando o amor é verdadeiro, a distância e a
ausência física não o diminuem. Antes pelo contrário. Só o fazem crescer, bem
como a dor da perda. Cobardemente, não consigo ir ao cemitério. Tenho que ser
arrastada. Doí-me porque não aceito. E nunca vou aceitar. É como deixar de ser
adepta do Porto e passar-me para o “Recreativo da Luz”. Jamais. Não preciso de a ver
para a amar. Um dia a gente encontra-se. Até lá, o meu sentimento vai
permanecer inabalável.
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13:04:00
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Crónicas do Lobo
Os Segredos do Secret Story 5 - A Antevisão do Lobo.
Caríssimos:
Após o encerramento das inscrições para participar no Secret Story 5, [e uma vez que esta pobre nação de brandos costumes já viu mais do
que queria dentro da “Casa”], o “Lobo na Porta” antevê
os Segredos desta edição:
- O meu pai tem criancinhas enterradas na cave. [em memória do idiota que
disse que o pai era o “Estripador de Lisboa” só para entrar no concurso.].
- Fui abusado pelo Bibi
quando estudava na Casa Pia.
- A minha mãe já foi prostituta de beira de estrada.
- O meu Pai pode ser qualquer um de vocês.
- Mantenho relações íntimas com os meus animais de estimação.
- Tentei fazer uma lista de todas as pessoas com quem já tive me
envolvi sexualmente, mas perdi-me no número 9844545544545445454545444454545454545454545.
- Sei a verdadeira idade de Lady Betty Grafstein [sim, a do nosso querido José Castelo Branco].
- Recebo mensagens do além e descobri quando o Sporting vai ser
novamente campeão [lá para 3055].
- A Ministra das Finanças é a Ghost
Writer do: “Homem que Mordeu
o Cão.
- O meu nome é Aninhas, mas, até aos 18 anos, fui o Paulo [só para ser diferente, desta vez].
- O meu avô é um travesti.
- Tenho o avião da Malásia no sótão.
- Sou o cúmplice da voz.
E por fim, meus queridos 5.75 leitores, o mais escabroso de todos:
- Já quis ser jogador do Benfica. [É triste,
mas é verdade. Existem pessoas assim, no mundo, a merecer serem atacadas pelas
Bernardinas desta vida].
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