quinta-feira, 24 de julho de 2014

Corram, Matem-se e Atropolem-se: Mega Descontos na Douglas.

Ontem aconteceu uma grave tragédia na vida do vosso amigo Lobo Penchincheiro: fiquei sem creme hidratante para a cara. Como isto está mau, e os saldos estão aí, não me dava jeito gastar uma fortuna arabesca a comprar um com jeito. Como já tinha dado uma olhadela ao site da Douglas, e apercebi-me que estão com mega promoções, até 75% em mais de 1500 artigos. Dei corda à chave do carro e dirigi-me à loja do Almada Fórum. E fiquei maravilhada. Descontos, descontinhos, descontões em centenas de produtos de cosmética. Ainda andei a patinar entre as sombras e os eyeliners, mas, a muito custo, lá me foquei no essencial: os hidrantes faciais.
A minha escolha acabou por recair na Artemis, marca suíça [não propriamente a mais barata do mundo], conhecida pela qualidade e pela inovação dos produtos. Acabei por comprar dois, com 50 % de desconto [custavam uma pequena fortuna]: o “Night Care”, poderoso regenerador das agressões do dia-a-dia, e o “Day Cream”, que protege e mantém o equilíbrio do nosso belo rosto. Já experimentei ambos e estou a gostar, mas os resultados só se vão notar com o tempo. Também fiquei com vontade de varrer em outras frentes, nomeadamente os produtos para o cabelo da Shiseido, mas como não se pode ter tudo nesta vida, fica para a próxima.

A Arte e o Lobo # 2 - As 50 Portas Mais Bonitas do Mundo

Após ter partilhado convosco o ranking  das "25 Escadarias Mais Belas do Mundo", eis que surge o top das “50 Portas Mais Artísticas do Planeta”, dez das quais portuguesas. Seleccionei as minhas preferidas, mas descubram-nas todas aqui. Podem ter alguma bem perto de vossa casa. [Escuso de dizer que a minha preferida é a de Sesimbra]. 

Sesimbra
Porto

Funchal

Jaipur, India 

California, EUA

Copenhaga

Paris

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Lobo Solidário # 3 - Festa da Associação Bianca - Vamos ajudar os Animais sem Lar?

Chegou o Verão, e infelizmente, trouxe com ele o aumento do abandono de animais de companhia. Ainda ontem avistei um Labrador preto, igualzinho ao meu Caeser, a vaguear à beira da estrada. Tentei fazer inversão de marcha para o apanhar [e evitar que morresse atropelado], mas tinha desaparecido. Uma situação verdadeiramente angustiante. Quando cheguei a casa, espremi o “Ci” com abraços e beijinhos. Como é possível um ser humano condenar, de forma tão cruel à morte, à fome, ao desespero, e à solidão, um ser frágil, desprotegido, e totalmente dependente?

Felizmente, para reverter este quadro, existem neste planeta almas boas e generosas, que, muitas vezes, sacrificam a sua vida pessoal em prol de uma causa maior: ajudar os animais sem Lar. É o caso da Associação Bianca. Criada em Sesimbra no ano de 2002, já promoveu a adopção, o acolhimento e a esterilização de milhares de cães e de gatos sem lar. Além disso, dinamiza um conjunto de acções pedagógicas junto da comunidade educativa, para que as nossas crianças entendam que um animal não é uma “coisa” que se deita fora quando já não tem interesse. Por isso, e porque conheço bem o trabalho sério e dedicado que a Associação promove, deixo-vos o convite, para, no próximo dia 26 de Julho, participarem na Festa da Bianca, que vai acontecer no abrigo, localizado junto ao Cemitério da Aiana, no concelho de Sesimbra. Vai haver diversas iniciativas super animadas, nomeadamente: aulas de treino; massagens Shiatsu, um lanche, venda de garagem, entre outras, tudo em prol da grande causa: Ajudar os Animais Sem Lar. Caso não possam ir, tentem contribuir com alguma coisa, por pouco que seja: cobertores, ração, detergentes de limpeza, donativos. Tudo faz falta. Tudo faz a diferença. Façam parte da solução e não do problema.   

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Super Bock, Super Rock 2014 – A crítica do Lobo

Tal como vos havia dito, e fui colocando, em directo, algumas imagens no Facebook e no Instragram do Blog, o Lobo marcou presença na 20ª Edição do “Super Bock, Super Rock”. Como festivaleira convicta, estive lá nos três dias, mas, como dizia o outro, por motivos de ordem diversa e variada, não consegui ver todos os concertos [aliás, alguém consegue sem cortar um pulso?]. Quando olhei para o cartaz, e o comparei com o de outros festivais congéneres, nomeadamente o “Alive”, pensei: “Fraquinho, muito Fraquinho”. No entanto, houve boas e más surpresas, e, em geral, gostei bastante do que vi. Um ponto muito positivo foi a evolução do recinto, comparativamente às edições anteriores. O estacionamento e os acessos estão melhor organizados, há menos pó e mais espaço, o que faz como que o sentimento: “sardinha em lata empoeirada”, seja coisa do passado.

No primeiro dia, o concerto de “Massive Attack” foi uma seca à moda antiga. Se já não gostava muito dos senhores, confesso que passei a não os suportar. Já cheguei tarde, por isso perdi parte dos concertos, nomeadamente o de Million Dollar Lips, que adorava ter visto. O dia foi salvo pelos “Disclosure”. Os manos Lawrence deram uma lição de rock dance, acompanhada por um espectáculo de luzes e imagem ao jeito de “Chemical Brothers”. Nem a paragem forçada de cinco minutos arrefeceu o público, e foi, sem sombra de dúvida, o grande momento da noite.

O dia dois do festival foi marcado pela chuva e por uma série de incidentes. Primeiro, a chuva durante o concerto de “Legendary Tigerman”, depois a árvore que caiu na zona da restauração, e, finalmente, o atraso de “Cat Power”, que fez com que o festival estivesse mais de uma hora sem música. Salvou-se o concerto de “Capicua” e de “WoodKid” [não foi consensual, mas eu gostei]. O Eddie Vedder começou a tocar depois das duas da matina, e, muito sinceramente, nunca mais se calava. Eu que sempre fui fã de “Pearl Jam”, [e note-se que deve ter tocado umas sete músicas da banda], confesso que não tenho saco para um concerto acústico num festival de Rock. Apesar de não ter desiludido os fãs, que certamente deram por bem empregue o dinheiro do bilhete, achei o espectáculo totalmente desenquadrado do espírito da coisa. No entanto, papei-o até ao fim, e vinguei-me na tenda electrónica até às cinco da matina.

Depois destas andanças, [e porque a idade não perdoa], ao terceiro dia, o Lobo já estava um bocadinho acabado. No entanto, o melhor ficou mesmo para o fim. Os “The Kills” são uma banda brutal. A vocalista, Alison Mosshart é um verdadeiro “animal de palco” e, no seu jeito meio provocador, deitou fogo ao Super Bock. Seguiram-se uns senhores de respeito: “The Foals”. As saudades que eu já tinha de um British Rock á séria. Deram um grande, grande espectáculo. Puseram o Meco em brasa e deixaram o público em delírio. Entretanto, já tinham entrado em cena duas personagens de peso: Um gangster e um cangalheiro. Estavam em palco os “Dead Combo”. Num ambiente de penumbra, a puxar ao tétrico, elevaram-nos com a sua música. Da parte que me toca, este era o concerto mais esperado do festival, e adorei. Para terminar em grande, os “Kasabian”. Se o Meco já estava em brasa, começou a arder. Tocaram todas as que o meu povo gosta, e interagiram com o público como uma verdadeira grande banda. O tempo de “meninos tímidos” já lá vai. Fecharam com chave de ouro os vinte anos do “Super Bock, Super Rock”.

Este pode não ter sido o cartaz mais brilhante de sempre, nem tão pouco o mais ambicioso. Mas gostei muito. As condições do recinto e as acessibilidades estão cada vez melhores. Passou música de grande qualidade no Meco. O ambiente de festa foi uma constante e a organização esforçou-se para que todos passassem um grande momento. Para o ano contem com a presença do Lobo Festivaleiro.  

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Lá vamos nós para a segunda ronda

Novas do Ginásio – O Balanço Mensal

Caros 5.75 leitores. Tal como vos havia dito, na semana passada, o vosso amigo Lobo esteve às portas da morte, e, por esse motivo, teve que se baldar ao ginásio. Ontem, a duras penas, lá decidi voltar, e, apesar de não estar no auge da forma, consegui combater a falta de vontade e fazer uma aula inteira de “Localizada” e meia aula de Zumba. Saí a meio porque já estava demasiado cansada para continuar, e voltei para casa a pensar no que tinha mudado neste mês e meio de “Lobo armado em Jane Fonda.” E eis o balanço:

- Melhorei, significativamente, a resistência física [noto sobretudo quando carrego sacos do supermercado];
- Ganhei 500 gramas, mas perdi algum volume, e noto as calças mais largas;
- Estou com maior firmeza muscular, pelo que o plano: “Lobo a Capa da FHM” está cada vez mais perto de se concretizar. [Esteja atento a uma banca perto de si];
- Consigo acompanhar melhor as aulas, e já não tenho tanto receio de assassinar, por atropelamento severo, uma colega de Zumba;
- As aulas de Body Pump estão a correr bem e consegui elevar, para 8 Kg, o peso da barra.   
- Por último, o mais importante: Estou viva, motivada e feliz. Se, por vezes, não me apetece ir, quando lá estou fico mesmo descontraída, bem-disposta, e com a mente desanuviada.
Por isso, meus leitores preguiçosos, de rabo gordo alapado ao sofá: mexam-se. Vão ao ginásio, caminhem, nadem, corram. Por vós e pelos que estão ao vosso lado, já que, quando o nosso bem-estar melhora, a relação com os que nos são próximos torna-se muito mais gratificante e feliz.

PS- Vão na conversa do amigo Lobo, que é uma boa alma e só dá bons conselhos. 

terça-feira, 15 de julho de 2014

O Pequenito João Moura Mirim Lá Levou a Taça e o Bruno Nogueira Cancelou o Espetáculo

O Lobo acaba de saber que, por causa da polémica gerada pelo pequenito imberbe João Moura Mirim, e os seus amiguinhos pseudo culturais defensores da Puta da tourada, o Bruno Nogueira cancelou o espectáculo agendado para a praça de touros de Montemor-o-Novo. Este facto deveu-se à falta de segurança gerada por uma torrente de ameaças anónimas por parte dos "amigos das touradas".

Meus caros, volto a frisar: vivemos num país livre e constitucional. Por isso, deixem a maioria escolher. Façam um referendo e permitem ao Tuga manifestar a sua vontade nas urnas. Seguramente, esta palhaçada bárbara iria terminar de uma vez por todas. E não me venham com argumentos relativos à ingestão de carne e à preservação do Touro Bravo. Em primeiro lugar, posso ingerir um bife sem torturar a vaca, e, em segundo, existem N espécies selvagens neste país, veja-se o Cavalo Garrano do Gerês, que, para existirem, não precisam ser mortos com estacas nos “Campos Pequenos” deste nosso Portugal. E tenho dito. Escusam de vir com comentários da treta porque este tasco é do Lobo. E a moderação está activada. Despeço-me deixando umas imagens bem elucidativas desta espectacular “Prática Cultural”. Vão mas é ao Teatro, aos Museus, e ao S. Carlos. Ajudem os verdadeiros agentes culturais do país, e, se gostam assim tanto de sangue: comprem o DVD do "Hostel". É um filme maravilhoso. Tem carnificina para todos os gostos e feitios. Sua cambada de bárbaros selvagens.