Os artistas são como os chapéus: Há muitos. Mas como o Banksy não há nenhum. Qual será a sua verdadeira identidade?
sábado, 14 de junho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Aviso à Navegação: Começaram as inscrições para o Secret Story 5
Tem espírito de aventura? Tem um
passado escabroso? Tem um armário pejado de roupas pirosas, baratinhas, e de
sapatos “Jeffrey Coiso” da Seaside? Quer subir na vida a qualquer
custo? O alpinismo social é um sonho de criança? É capaz de fazer coisas que
envergonhem a sua família até à 34845894589 geração? As suas unhas de gel têm mais berloques do que uma árvore de Natal do
Chinês? O pobrezinho, desgraçado e faminto que vive em si, teima em querer sair
do armário e pôr o país a chorar? Tem na Cátia Palhinha ou na Fanny um ideal de
vida? A sua árvore genealógica diz que é parente de alguém pseudo famoso em
458956895896 grau?
Jovem, então se reúne, pelo menos, dois destes requisitos, este é o programa ideal para si. Estão abertas as inscrições para o Secret Story 5 . O Lobo está ansioso para que comece. Pipocas, tremoços e mines farão parte do Menu.
PS- A Endemol pede para serem honestos. [Mas, por favor, não sejam demasiado honestos.]
quinta-feira, 12 de junho de 2014
O Lobo está zangado. Aliás, MUITO Zangado...
…. então os falsos, os Judas, os traidores dos meus 5.75
leitores não me contaram que a Lura vinha hoje ao CCB?? Bonito Serviço. E
agora? Vou ter que ir vê-la a Cabo Verde?? Já comprei um porquinho mealheiro
para o blog. Faz favor de inserir uma moedinha na ranhura.
Sabem que mais? Na ri na para Vocês!! [E divirtam-se. Devem ter comprado os bilhetes todos só para mais ninguém ir ver. Grande Gulosos.]
A Comida da Vizinha: um site para partilhar refeições caseira
Num mundo em que milhões de toneladas
de comida vão, todos os dias, para o lixo, em que muitas pessoas vivem
socialmente isoladas, e se recusam a cozinhar só para si, eis que surge um novo projeto , que tem por objetivo combater o desperdício e a exclusão social: A Comida da Vizinha . Inspirado numa plataforma holandesa, a Share Your Meal, que
conta com 60 mil utilizadores, tem por objetivo partilhar, comprar e vendar
refeições a preços muito simpáticos [ou, até mesmo, simbólicos], tendo sido criada pelo portuense
Manuel Mendes.
O site
permite que qualquer um de nós se inscreva e pesquise, por área geográfica,
qual o menu que os vizinhos estão a
preparar para aquele dia. Depois, é só acertar o preço e a hora da entrega.
Cada refeição custa cerca de cinco euros, mas as doses “são bem aviadas”. Por
outro lado, também permite libertar o Chef
Gourmet que há em nós, e que os outros apreciem [e
critiquem] as nossas
iguarias, juntando o útil ao agradável: conhecer novas pessoas, não desperdiçar
comida e ganhar uns trocos, que dão sempre jeito.
Fico feliz por saber que, aos poucos, as
mentalidades estão a evoluir, e que o nosso país vai acompanhando o que de
melhor se vai fazendo por esta Europa fora. Quem sabe se o Chef Wolf não adere ao projeto?
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Crónicas da India # 10 - Mumbai
Concluída
a visita a Varanasi , a “Cidade dos Mortos”, seguimos para a mítica Munbai,
cenário do famoso filme: "Quem Quer Ser Milionário?". Uma vez que a distância é
significativa, cerca de 1500 km, optámos por voar, ao invés de enfrentar o
temível comboio indiano, e demorar cerca de 24 horas a lá chegar. O alojamento
estava garantido, já que a E., amiga de uma amiga, fazendo jus à tão aclamada
hospitalidade indiana, nos deu guarida, e, assim, conseguimos poupar algum
dinheiro.
Com
mais de 22 milhões de habitantes, Mumbai é a maior cidade da India, e, também, a
mais povoada onde alguma vez estive. Possuindo um ambiente perfeitamente
ocidentalizado, em que o lixo e as vacas escasseiam, permitiu-me, pela primeira
vez em duas semanas, usas calças de ganga. Até me vieram as lágrimas aos olhos
quando me vi enfiada em roupa dita normal.
Passo o Cliché, mas só damos importância
às banalidades [essenciais] do dia-a-dia quando somos privados delas. Rodeada por dezenas de favelas, as Slums, é uma
cidade para ser vivida, em que a noite, os restaurantes, e os mercados
consistem em importantes atracções.
Apenas
dispúnhamos de dois dias, por isso tivemos que ser pragmáticos, e optámos pela
visita às Elephanta Caves, que são património da Humanidade, pelo chá das cinco no
mítico Taj Mahal Palace Hotel , o tal que foi atacado em 2008, pela tour na
zona de Colaba,
e pela incursão a uma das favelas, não esquecendo a cerveja da praxe no Leopold, o café mais antigo da cidade, que
também foi atacado em 2008. De salientar o luxo extremo do Taj
Mahal, que por 1200 Rupias (cerca de 17 euros), nos oferece um buffet
absolutamente inesquecível. Mais uma vez, os meus olhos encheram-se de
lágrimas. Após dias e dias de comida duvidosa, em locais que seriam entaipados
pela ASAE, o luxo e o conforto desfilavam à minha frente. Perdi a vergonha, e
fui enchendo os pratos com tudo quanto pude, [mesmo apesar do olhar de censura de
uma família árabe, que devia estar a comentar a minha falta de educação. Caguei
para eles. Os dias de miséria tinham acabado.].
Apesar da
escassez de tempo, os dias passados em Mumbai não me dececionaram nem um pouco,
sendo que a escolha do best of se revelou uma aposta ganha,
pois, com a ajuda do Lonely Planet, a bíblia das viagens, conseguimos visitar tudo por nós próprios, o que se traduziu por uma
poupança de 1000 rupias, cerca de 14 euros. Consegui fazer umas comprinhas,
adorei o espírito cosmopolita indiano, achei curioso haver carruagens
específicas para homens, e para as mulheres, as quais têm o objetivo evitar o assédio
e as tentativas de violação, que, infelizmente, são comuns para aqueles lados.
Publicada por
Unknown
à(s)
12:30:00
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À Volta do Mundo
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domingo, 8 de junho de 2014
O Karma não quer deixar o Lobo ir ao ginásio. Mas o Lobo não se fica.
Estava tudo bem na minha vida. Saí do trabalho, como sou um lobo
precavido, já tinha a mala do treino no carro, segui para o ginásio. Pedi
fichas para as aulas de Body
Pump e de Zumba, e fui equipar-me. Quando
estava a meio, reparo que me faltava uma peça essencial: as leggings. Espectacular. Tentei arranjar um plano
B: pedi na recepção, não tinham. Pedia a duas colegas de classe [adoro esta expressão], e também não
tinham. Voltei a casa, lugarinho mesmo à porta, tento entrar no prédio e
faltavam-me as chaves. Fantástico. Felizmente, tenho uma cópia em casa dos meus
pais. Pus os pés ao caminho. De repente começo a ouvir sirenes. Olho para a
doca de Sesimbra, e vejo uma nuvem de fumo e oiço uma explosão. Inversão de
marcha, e siga para a doca, para ver se estava tudo bem. Tinha sido um barco de
pesca que pegou fogo na ponte de leme, e, quando este chegou à cozinha, as
bilhas de gás estoiraram. INEM, Bombeiro, Polícia, caos total. Felizmente
ninguém se magoou. Foram só danos materiais, e as embarcações na envolvente não
tinham sido danificadas.
Olho para o relógio: “Pronto, ainda tenho meia hora, vou conseguir
ir ao Zumba, já que o Body Pump ardeu [passo a piada fácil] ”. Voo até casa dos meus pais, um problema para resolver. Ao fim
de meia hora, depois de tudo tratado, pensei: “Estou de rastos. Dane-se o
ginásio”. Mas eis que recebo um telefonema, em que alguém me diz qualquer coisa como: “Já pagaste. Agora tens de ir. Se
te desleixas, nunca mais vais”.
E lá foi o Lobo arrastar-se para as máquinas da musculação.
Passados cinco anos, lá estava eu, novamente, a bombar na elíptica. Vinte
minutos, 3, 5 km percorridos e 60 calorias queimadas. Espectacular. Já estou
apta para correr a maratona contra uma lesma.
PS – O objectivo: Lobo a Capa da FHM” está mais firme do que nunca
(O Estado em que o Barco ficou)
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