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quarta-feira, 9 de março de 2016

Queres perder um amigo? Leva-o de férias



O Verão está à porta. Este é o momento em que [quase] toda a gente se lembra de que se esqueceu de tratar das férias. Orçamento, destino, escolher o feliz contemplado [otário] para cuidar do cão, do gato, do periquito, eis chegada a altura de dar cumprimento à difícil tarefa de “alapar numa praia espetacular sem ninguém a chatear”. No entanto, existe um pormenor muito importante que, muitas vezes, é deixado para segundo plano: a companhia.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Porque poupar é preciso: Algumas dicas simples para poupar no supermercado.


Cá em casa, a lista do supermercado é decidida a dois. Apesar de, habitualmente, ser eu quem se agarra aos tachos, não por obrigação mas por gosto, geralmente, no início da semana, olhamos para os folhetos com as promoções dos hipermercados, apontamos as faltas, delineamos o menu da semana, (procedimento essencial para a poupança), e vamos às compras.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Cat Café, uma experiência surpreendente

(Foto: Wolf at The Door)

Vocês ainda não sabem, meus 5.75 leitores, mas, durante o Verão, viajei até à Escócia, onde tive oportunidade de visitar as “Terras Altas” e Edimburgo, tema que aprofundarei num próximo post. Nestas andanças, dei de caras com um conceito que desconhecia totalmente: O “Cat Café”.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Ontem foi dia de Volvo Ocean Race


Meus 5.75 leitores, o vosso amigo #lobo tem andado de todo, morto e sem tempo para nada. A coisa tem estado tão má que, esta semana, não consegui treinar um único dia. [Depois não me venham chamar gorda, mas não tem dado mesmo]. No entanto, ontem, contra todas as expectativas, lá tirei um bocadinho e juntei-me ao meu pai, o grande homem do mar, e à minha prima I., para ir a Pedrouços ver a Race Village e os "Formula 1" dos Oceanos, nomeadamente o dono do meu coração: o Azzam, mais conhecido por Abu Dhabi.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Dia dos Irmãos: O meu é o mais especial


Dizem que hoje é o dia dos irmãos. E, impreterivelmente, não posso deixar de pensar no meu. No mano que tanto pedi à minha mãe porque queria brincar com Playmobis mas só me davam Barbies. O nome já estava escolhido: Pedro. Os planos dos meus pais eram outros, mas levei a melhor [o gajo do Porto ganha sempre]. E foi assim que, aos seis anos de idade, uma adorável criatura gigante, branca, de olhos verdes, e totalmente careca, mudou irremediavelmente a minha vida.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Um Dia faço uma tatuagem... Quinta foi o Dia

“Um dia faço uma tatuagem”. Durante anos esta ideia andou a assaltar-me o cérebro, só que por preguiça, por receio de pintar uma “cena” em definitivo no meu corpo, por medo do que os outros pudessem pensar [sim, eu lobo mau confesso que esta ideia me passou pela cabeça muitas vezes], fui adiando este projeto. Adiando…até à quinta-feira passada, dia em que me dirigi à famosa “Bad Bones” no bairro alto para tatuar o pulso da mão direita.

terça-feira, 31 de março de 2015

Crónicas da minha Dieta: Hoje pequei (e não me arrependo, AH, AH)


Aqui entre nós, não me recordo da última vez que fui a uma esplanada apanhar sol e almoçar um hambúrguer com batatas fritas e coca-cola. Aliás, para ser mais precisa, nem me lembro da última vez que comi batatas fritas ou bebi coca-cola.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Dia do Pai - Um dos melhores momentos familiares de sempre


Sei que sou um #lobo "desnaturado". Admito. Mas juro que foi por pura falta de tempo que ainda não tinha postado sobre o Dia do Pai e a curta estadia do meu irmão, que veio de propósito para passarmos este momento em família. 

quarta-feira, 25 de março de 2015

O Dia em que me queimaram.... o cachecol do Futebol Clube do Porto no Estádio da Luz


Sou adepta [fervorosa] do Futebol Clube do Porto. Desde que me conheço por gente, o meu coração só tem uma cor: azul e branco. Sempre que posso, e porque o estádio do Dragão fica um bocadinho fora de mão [rima e é verdade], vou ver o meu Porto quando joga em Lisboa. De plumas, lantejoulas, e cachecol em riste, sento-me, tranquilamente, a torcer pela minha equipa. Em geral a coisa corre bem. Ignoro os olhares de nojo à minha volta, finjo que eu e os demais adeptos dos Dragões somos os únicos presentes no estádio e grito como se não houvesse amanhã.

terça-feira, 24 de março de 2015

Objectos bizarros que as pessoas tentam levar para dentro do avião

Todas as vezes que vou ao aeroporto tenho sempre uma curiosidade um tanto mórbida: Cuscar os objectos não autorizados que as pessoas tentam passar para dentro do avião. E espanta-me porque é que ainda me espanto. Canivetes suíços, "Dum-Dum" para matar baratas, saca-rolhas [calma aí Renato Seabra], há um pouco de tudo.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Dia do Pai - Este ano vou ter o meu.


Já sabem o que vão fazer no Dia do Pai? Para variar, este ano vou ter cá o meu. Durante anos esteve ausente por motivos de trabalho, mas, agora, ninguém nos separa. Vamos passar o dia juntos, almoçar, ver Museus e vai haver uma grande surpresa. Se ainda têm o privilégio de ter o homem mais importante das vossas vidas por perto, não deixem de lhe dizem que o Amam. Os afectos são a coisa mais importante desta vida. Palavra de #lobo. 

quarta-feira, 18 de março de 2015

Jantares cá em Casa

Adoro receber os amigos cá em casa. É uma oportunidade par cozinhar, com calma, pratos mais elaborados, e de passar um serão agradável à volta de bom vinho e de boa comida, sem estarmos preocupados com o horário do restaurante. No Sábado à noite houve jantar das gajas, em que foram ensaiadas uma série de pratos de chefes como o Avillez e o Henrique Sá Pessoa. Também foi criada a “Salada Sampaio” que promete tornar-te num sucesso gastronómico internacional. Ficam as imagens 

segunda-feira, 9 de março de 2015

Bronca do Dia: A editora da Vogue e a mulher sem-abrigo


Abram bem esses olhos para a grande polémica do dia, meus 5.75 leitores: Elisabeth von Thurn und Taxis, editora da famosa revista Vogue, estava, tranquilamente, a passear pelas ruas da bela Paris, quando tropeçou nesta senhora sem-abrigo, [supostamente] a ler a Vogue. Quase por instinto pavloviano, tirou-lhe uma foto e publicou no Instagram, com o feliz comentário que podem ler mais abaixo. Num ápice, milhares de utilizadores começaram a criticá-la pelo "mau-gosto" da imagem. Até houve quem a acusasse de ter feito uma montagem, já que estamos na Semana da Moda de Paris. Após quase ter sido chacinada on line, Elisabeth acabou por apagar a foto e emitir um pedido de desculpas. Sinceramente, e só aqui entre nós, no caso de não ser fake, eu própria sou menina para tirar um shot deste género e publicá-lo. Agora, muito sinceramente, acho o comentário de mau gosto, até porque "moda" e miséria humana declarada são dois pólos que raramente se tocam. Mas gostava de ler a vossa opinião.    

O Novo morador cá de casa


Como não me canso de escrever em todo o lado, gabo-me de ter a melhor família e os melhores amigos do mundo. Por isso, ao saberem que, depois de ter recebido uma máquina de escrever Royal, procurava um rádio antigo com caixa em madeira para colocar no mesmo móvel, os meus compadres decidiram oferecer-mo. Vocês não estão a perceber, meus 5.75 leitores. Parece que foi feito, há uns 50 ou 60 atrás, de propósito para a minha pessoa: além de lindo de morrer, tem as frequência de uma série de capitais mundiais. Dá para acreditar nisto? Nunca imaginei que pudesse ser possível conseguir um destes. Logo eu, que amo viajar. E olhem só como ficou fantástico ao lado da minha "lindinha". Parece que foram feitos um para o outro. O #lobo está mega feliz. Vocês podem não acreditar, mas, para além de livros e sapatos, tenho poucas coisas cá em casa, mas o que tenho foi escolhido a dedo e são peças que amo do fundo do coração. Depois desta, já me fizeram prometer que não vou acumular mais nenhuma antiguidade [vulgo traste]. Ao que já respondi que não prometo nada, uma vez que o meu coração continua a bater mais forte com a ideia de ter uma jukebox ou uma grafonola dos anos 20. Vícios de "arqueólogo". Mas confessem lá: não está o máximo? 

domingo, 8 de março de 2015

Ideia Genial para comemorarmos juntas o "Dia da Mulher"

Meninas tenho uma ideia genial para comemorarmos o "Dia da Mulher": e se contratássemos um stripper anão para fazer de centro de mesa e organizássemos uma festa cá em casa? Não pode é ser muito alto para não destruir o candeeiro. Quem alinha ?

quinta-feira, 5 de março de 2015

Um país de brandos costumes… para tudo menos para dar na tromba da esposa


Dizem que somos um país de brandos costumes. E efetivamente somos. Depusemos a ditadura mais longa da Europa sem derramar uma gota de sangue. Chegámos à bancarrota, fomos resgatados pelo FMI, fomos roubados pelos nossos políticos, quase falimos novamente por causa de banqueiros corruptos. E continuámos a ser um país de brandos costumes. Isto da porta do lar para fora. Porque da porta de casa para dentro há quem se revele um pequeno guerreiro, um pequeno herói, pronto a pegar em armas e a lutar… contra a própria família. De acordo com a “Grande Reportagem”, "O Amor não Mata", que passou, há pouco, na SIC, já morreram, desde Janeiro, em Portugal, seis mulheres vítimas de violência doméstica. Em 2014, quarenta perderam a vida às mãos dos maridos, dos namorados, dos companheiros. Na verdade foram assassinadas pelas pessoas com quem escolheram partilhar a vida. Aquelas que deveriam ser as primeiras a ama-las, a protege-las. Muitas sofreram anos a fio. Viveram em clima de pânico, temeram pela vida dos filhos. E a nossa sociedade não foi capaz de as salvar. É assustador. Assustador e revoltante. Se refletirmos no assunto, de uma forma ou de outra, todos nós já contactamos com um destes casos ou fomos vítimas de algum tipo de violência. Dá que pensar. Algumas destas mulheres eram licenciadas. A maior parte era financeiramente independente. Mas sofreram em silêncio. Por medo, por vergonha, por não querer admitir que o casamento falhou. Arranjaram mil motivos para se enganar a si próprias, quando, na realidade, só estavam a encobrir o agressor… até ao desfecho final. É triste, muito triste. É impossível não ficar com o coração apertado quando se ouve a história de Idalina, 68 anos, que matou o marido com o machado para não ser morta. Foi espancada durante mais de quarenta anos. Como é que é possível?? Sei que, um dia, a sociedade vai, eventualmente mudar. Até lá, cabe a cada um de nós denunciar a violência doméstica. Para que estes pequenos “heróis” deixem a família em paz e vão guerrear…. atrás das grades junto a marmanjos de 1,90m. Isto sim, é lutar pela igualdade de género. 

PS - Para refletirem melhor sobre o assunto, oiçam este tema do Gabriel, escrito a pensar nestes “Filhos da P*TA”.  

quarta-feira, 4 de março de 2015

Acabou a impessoalidade: Olá, 5.75 leitores. eu sou a Andreia


Olá, eu sou o #lobo, também conhecido por Andreia. Tenho 32 anos, sou arqueóloga de formação base, trabalho na área do património cultural, e bloggo nas horas vagas. Adoro viajar, ler, mergulhar, fotografar, ir ao ginásio, o FC do Porto, sair à noite, e tenho um gosto especial por tudo o que é belo. Lifestyle podia ser o meu nome do meio. No closet tenho sapatos suficientes para calçar uma pequena aldeia, mas, ainda assim, um par extra nunca é demais. Sem música e café a minha vida não acontece.